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Pacote de vídeo - aulas de matemática do básico ao avançado com exercícios resolvidos Thiago Pacifico


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Pacote de vídeo - aulas de matemática do básico ao avançado com exercícios resolvidos.

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GRÁTIS: VÍDEO - AULAS DO PROFESSOR FERRETTO

DETONE NA MATEMÁTICA EM 2018 E TENHA AS MELHORES NOTAS NO ENEM E VESTIBULARES E ATÉ NA FACULDADE.

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CIÊNCIAS DA NATUREZA e suas Tecnologia

Enem e vestibular-grupo nova com resolução de provas.

506 páginas

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Enem 2018 INEP: inscrições, edital, data, prova, resultado

#enem2018

O Enem 2018 INEP está em fase de elaboração! Saiba mais sobre as inscrições, provas, notas, entre outras informações sobre o exame.

Confira informações sobre Enem 2018 INEP, incluindo inscrições, edital, data, prova, resultado. O exame, que facilita o ingresso na faculdade, ainda está em fase de elaboração, mas milhões de estudantes brasileiros já iniciaram a preparação para conquistar uma boa nota.

Comece a se preparar para o Enem 2018. (Foto: Divulgação)
O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é uma prova elaborada e aplicada pelo INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao Ministério da Educação. A avaliação tem como principal objetivo ampliar o acesso dos brasileiros ao ensino superior.
Nos últimos anos, o Enem tem servido de “porta de entrada” nas principais universidades do país. Ele chega a substituir o vestibular tradicional e garante a participação em diferentes programas educacionais do Governo Federal, incluindo Sisu, Prouni e FIES.

O Enem foi criado em 1998, a princípio como uma forma de medir a qualidade do ensino médio no país. Com o tempo, ele se tornou o maior exame do Brasil e o segundo maior do mundo, perdendo apenas para o exame de admissão realizado na China. A cada ano, o Enem recebe mais de 7 milhões de inscrições e é realizado em 1.661 municípios brasileiros.

Inscrições Enem 2018 INEP
As inscrições Enem 2018 acontecerão de 7 a 18 de maio. Os estudantes terão um prazo para acessar o site oficial do exame, preencher um formulário e pagar a taxa correspondente. Em 2016, o valor subiu de R$63,00 para R$68,00. Em 2017, a taxa cobrada para fazer a prova foi de R$ 82. Os alunos que estão cursando o último ano do ensino médio não precisam pagar esse valor.

As inscrições acontecem exclusivamente pela internet.

Veja a seguir o passo a passo de como se inscrever no Enem 2018:

1. Assim que o período de inscrição for lançado pelo Inep, acesse o site enem.inep.gov.br/participante. É necessário ter em mãos o CPF, o RG e um comprovante de residência.

2. Preencha o formulário completo, que inclui itens como nome, endereço, informações para contato, estado civil, renda familiar e nível de escolaridade.

3. Na sequência, responda o questionário socioeconômico. Se você tem alguma necessidade especial para fazer a prova, é nesse momento que deve informar. Siga com a inscrição, definindo a opção de língua estrangeira.

4. Confirme todo os dados cadastrados e emita o boleto com a taxa de inscrição.

5. Para ter acesso à página do participante e acompanhar a inscrição, você deve criar um login Enem 2018, ou seja, uma senha que será usada juntamente com o número de inscrição para efetuar futuras consultas.

Isenção de taxa Enem
Quem fez o ensino médio na rede pública e tem baixa renda pode solicitar a isenção.
Quem fez o ensino médio na rede pública e tem baixa renda pode solicitar a isenção.
A cada ano que passa, a taxa do Enem fica mais cara. Em 2017, o INEP anunciou um novo reajuste na taxa de participação, que passou a ser R$ 82,00. A mudança nos valores está fazendo muitos estudantes recorrerem ao programa de isenção.

O sistema de isenção de taxa tem como público-alvo os candidatos de baixa renda, ou seja, aqueles que realmente não podem pagar o valor cobrado no boleto. A renda familiar per capita por mês deve ser inferior ou igual a um salário mínimo e meio (R$ 1.431,0. A gratuidade também contempla as pessoas cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Para tanto, é preciso providenciar uma declaração de carência.

O candidato que não pode pagar a taxa do Enem 2018 deve solicitar a isenção no ato da inscrição online. A declaração de carência é realizada através do questionário socioeconômico, que reúne uma série de perguntas sobre a vida social e financeira do participante. O prazo para solicitar isenção coincide com o período de inscrições. O resultado do pedido estará disponível na página individual, em até 48 horas após a solicitação.

Vale lembrar, ainda, que os estudantes oriundos da rede pública e matriculados no terceiro ano do ensino médio são beneficiados pela isenção automática da taxa.

Em 2017, a isenção de taxa contou com novas regras. Para assegurar a gratuidade para quem realmente precisa, o Governo Federal realiza a verificação dos candidatos no CadÚnico. A mesma medida deve ser adotada em 2018.

Edital Enem 2018
O edital do Enem é um documento divulgado pelo INEP e disponibilizado para download em PDF. Ele serve como um guia para o candidato, já que reúne informações seguras sobre datas, horários, inscrições, provas, correção, entre outros itens importantes sobre o exame.

O edital Enem 2018 será divulgado no dia 21 de março. Enquanto ele não sai, clique aqui para conferir o edital da edição passada do exame.

Data do Enem 2018
Neste ano, as provas do Enem serão aplicadas em dois domingos, mais precisamente nos dias 4 e 11 de novembro de 2018. A mudança foi adotada pelo MEC em 2017, após uma consulta pública, com o objetivo de tornar o exame menos cansativo.

Provas Enem 2018
O conteúdo das provas do Enem 2018 cobrará conhecimentos relacionados às principais disciplinas do Ensino Médio. São, ao todo, 180 questões objetivas de múltipla-escolha. Como de costume, o exame será dividido em quatro áreas e uma proposta de redação. Como se trata de uma avaliação extensa, sua aplicação acontecerá em dois dias.

O Enem é realizado em dois dias (sábado e domingo).
O Enem é realizado em dois dias (sábado e domingo).

1º dia de prova Enem: 04 de novembro
No primeiro dia de prova, os participantes terão que resolver as questões de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, uma área que abrange as disciplinas de Português, Literatura, Artes, Educação Física e língua estrangeira. O exame também abordará Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia) e uma proposta de redação. O tempo para responder 90 questões e produzir um texto é de 5h 30m.

Diferente do que aconteceu nos outros anos, a redação será aplicada no primeiro dia de prova.

2º dia de prova Enem: 11 de novembro
No segundo dia de prova, os candidatos precisam responder questões sobre Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química) e Matemática. O tempo disponível para responder um total de 90 perguntas é de 4h30.

Desde quando foi criado, o Enem tem uma proposta bem diferente dos vestibulares tradicionais. As provas apostam na interdisciplinaridade, ou seja, os conhecimentos das disciplinas se misturam e fazem com que o candidato reflita sobre as questões do mundo real. Em suma, o exame valoriza a interpretação de texto e a capacidade de raciocínio, indo muito além da “decoreba”.

As provas do Enem normalmente são geradas em 4 versões, identificadas através das cores amarela, rosa, azul e branca. O conteúdo é basicamente o mesmo, só alterando a ordem das questões e das alternativas.

Antigo Enem
Nem sempre o Enem seguiu a estrutura de conteúdo apresentada acima. Até 2008, o exame era composto por apenas 63 questões e tinha como principal propósito avaliar a qualidade do ensino médio no Brasil. A partir da edição de 2009, o exame passou a assumir um formato mais complexo.

O que levar no dia de prova?
No dia do Enem, programe-se para chegar ao local de prova com pelo menos uma hora de antecedência. Leve com você o cartão de confirmação impresso, uma caneta esferográfica preta de corpo transparente e um documento de identidade original (RG, passaporte ou CNH). Alimentos e água também são permitidos.

O que NÃO levar no dia de prova?
Alguns itens não são permitidos no Enem, incluindo celular, lápis, borracha, óculos escuro, boné, relógio e chapéu.

Local de prova Enem 2018
O local de prova consta no cartão de confirmação.
O local de prova consta no cartão de confirmação.

O Enem 2018 será aplicado em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. O local de prova de cada candidato será informado através do cartão de confirmação, divulgado pelo MEC semanas antes da aplicação do exame.

A organização do Enem define os locais de prova adotando como critério a proximidade do endereço cadastrado. O participante, no entanto, tem a possibilidade de alterar o local na sua página individual, durante o período definido para as inscrições.

O Enem normalmente é aplicado em escolas e universidades de todo o país. Nos dois dias de prova, os portões são abertos às 12h00 e fechados às 13h00 (horário de Brasília). Os candidatos que chegam após esse horário são proibidos de fazer o exame e automaticamente desclassificados. O início das provas é às 13h30min. Os participantes só podem deixar o local do exame duas horas depois do começo do mesmo.

Assim que o cartão de confirmação for disponibilizado pelo MEC, o candidato deve acessar a página do participante e fazer a consulta online. Esse documento não é mais enviado por Correio, por isso é importante consultá-lo pela internet com antecedência.

Tendo em mente o local de prova, o estudante deverá realizar uma visita pessoalmente para conhecer o endereço e o caminho a ser percorrido no “Dia D”. Esse cuidado evita possíveis enganos e atrasos.

Gabarito Enem 2018
O Gabarito oficial do Enem 2018 será divulgado pelo INEP poucos dias após a aplicação da prova. No ano passado, o exame foi aplicado nos dias 05 e 12 de novembro e a publicação do gabarito aconteceu no dia 14 do mesmo mês.

O INEP disponibiliza os gabaritos das provas em PDF no seu site oficial, portanto, o participante do Enem pode baixar os documentos, imprimir e fazer uma correção preliminar. Dessa forma, é possível ter uma noção do desempenho.

Notas Enem 2018
As notas individuais do Enem 2018 serão publicadas oficialmente em janeiro de 2019. Os candidatos poderão conferir o desempenho nas quatro áreas do conhecimento e na redação.

Os cartão-resposta do Enem é corrigido pelo INEP através de um sistema de leitura óptica, capaz de identificar as respostas marcadas com caneta preta nas questões objetivas. Já a redação passa pelas mãos de dois ou três corretores, por isso a etapa de correção costuma ser um pouco mais demorada.

O cálculo da nota do Enem é realizado através de um método chamado Teoria de Resposta ao Item (TRI). Essa técnica não leva em conta apenas o número de questões certas ou erradas, mas também trabalha com diferentes níveis de dificuldades para determinar a pontuação. O TRI tem uma lógica diferente das provas comuns, por isso estudantes que acertam o mesmo número de questões podem obter notas distintas. Vale lembrar que cada área do conhecimento vale 1000 pontos. A média obtida é considerada a nota do candidato.

Cronograma do Enem 2018
Confira a seguir o cronograma oficial do Enem 2018:

Publicação do edital: 21 de março de 2018
Período de inscrição: de de 7 a 18 de maio de 2018
Aplicação das provas: 4 e 11 de novembro de 2018
Divulgação dos resultados: janeiro de 2019
Resultado Enem 2018
A nota do Enem é decisiva para participar de programas educacionais do Governo Federal.
A nota do Enem é decisiva para participar de programas educacionais do Governo Federal.

O resultado do Enem 2018 estará disponível para consulta em janeiro de 2019, mas o dia ainda não foi confirmado pelo INEP. Ele será disponibilizado na página do participante, mostrando a nota que o candidato conquistou em cada área do conhecimento e também na produção de texto. O espelho da redação será divulgado dias após a publicação dos resultados, mostrando assim uma correção detalhada do conteúdo.

O desempenho, mostrado pelo boletim individual do Enem 2018, é determinante para participar dos programas educacionais do Governo Federal. São eles:

Sisu
O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi criado pelo MEC como uma forma de facilitar o ingresso dos brasileiros nas universidades públicas. Só no primeiro semestre de 2017, ele ofertou 238.397 vagas para cursos de graduação em 131 instituições públicas. A classificação dos candidatos inscritos no Sisu depende da nota obtida no Enem e também da nota de corte do curso em questão.

Prouni
O Programa Universidade para Todos (Prouni) é uma iniciativa do Ministério da Educação que facilita o acesso ao ensino superior. Graças ao convênio firmado com instituições privadas, ele distribui bolsas integrais (100%) e parciais (50%) entre as pessoas que fizeram o Ensino Médio na rede pública e não possuem condições financeiras de pagar a faculdade. Para disputar uma vaga, o candidato precisa ter tirado no mínimo 450 pontos na nota do Enem. Também não pode ter zerado na redação.

O Sisu, Prouni e Fies são iniciativas que dependem da nota do Enem.
O Sisu, Prouni e Fies são iniciativas que dependem da nota do Enem.

FIES
O Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) é destinado às pessoas que não conseguiram entrar na faculdade por meio do Sisu ou Prouni. O programa permite financiar o curso superior e pagar as parcelas apenas após a formatura. Após mudanças nas regras, o programa passou a funcionar com três modalidades de contrato, sendo que uma delas é com juros zero. Para se tornar um beneficiário do FIES, o aluno precisa ter conquistado no mínimo 450 pontos no Enem. A nota da redação também deve ser diferente de zero.

E aí? Pronto para o Enem 2018 INEP?. Se por acaso ficou alguma dúvida, deixe um comentário. Também é possível acionar a central de atendimento pelo telefone 0800-616161.

Fonte: http://snip.ly/rsnoc

Enem 2018 INEP: inscrições, edital, data, prova, resultado - CENTRAL DO ALUNO

Enem 2018 INEP: inscrições, edital, data, prova, resultado - CENTRAL DO ALUNO

O Enem 2018 INEP se destaca como uma das provas mais aguardadas do ano. Saiba tudo sobre as inscrições, datas, conteúdo cobrado e notas.

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10 Perguntas e respostas sobre isenção da taxa de inscrição Enem 2018

#enem2018

Esclareça todas as suas dúvidas com relação ao novo sistema de isenção do Enem.

O Ministério da Educação já publicou o edital da 20ª edição do Exame Nacional do Ensino Médio. No ano em que completa 20 anos, a avaliação traz algumas mudanças, como o aumento de 30 minutos no tempo de prova no segundo dia e o novo sistema de isenção da taxa de inscrição Enem 2018.

Estão abertas as inscrições para isenção da taxa de inscrição Enem 2018.
Solicitação para isenção da taxa já pode ser realizada. (Foto: Divulgação)

A maioria dos brasileiros não tem condições de pagar a taxa de participação no Enem, que nesse ano será de R$82. Dessa forma, o MEC resolveu definir quatro perfis de beneficiados e criar um sistema mais rigoroso para conceder a gratuidade.

Dúvidas a respeito da isenção da taxa de inscrição Enem 2018
O ViaCarreira separou uma seleção com perguntas e respostas sobre as novas políticas de isenção de taxa no Enem. Confira:

1 – Quem tem direito à isenção da taxa de inscrição Enem 2018?
A gratuidade é um benefício concedido aos estudantes que se enquadram em quatro perfis. São eles:

Que estudaram o último ano do ensino médio em 2018 na rede pública (seja pela modalidade regular ou EJA);
que participaram do Encceja 2017 (na modalidade de ensino médio) e obtiveram a certificação em todas as áreas de conhecimento;
que estão inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal e, portanto, declaram vulnerabilidade socioeconômica;
que cursaram todo o ensino médio na rede pública ou como bolsista integral na rede particular, com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.
2 – Qual o prazo para pedir isenção?
O prazo para pedir isenção de taxa no Enem 2018 segue de 2 a 11 de abril.

3 – Como pedir isenção?
O pedido de isenção da taxa de inscrição do Enem 2018 pode ser realizado pela internet, de forma simples e rápida. Para isso, basta acessar a página do participante (https://enem.inep.gov.br/participante%29 e clicar na opção “Isenção Enem 2018”. Informe os dados solicitados, ou seja, o CPF e a data de nascimento. Assim, o sistema vai analisar o seu perfil e identificar se a sua situação garante isenção ou não.

Na página seguinte, será preciso preencher outros dados pessoais, como nome da mãe, endereço, tipo de escola, renda familiar, Número de Identificação Social (NIS), etc.

Além disso, cada candidato precisa informar um número de telefone, um endereço de e-mail e criar uma senha de acesso. Esse login poderá ser usado para fazer a inscrição no Enem 2018.

É muito importante conferir o resumo das informações fornecidas. Após concluir a solicitação, não será possível alterar dados ou incluir novos documentos comprobatórios.

4 – Quando é preciso justificar ausência?
Os estudantes que possuem direito à isenção de taxa, mas faltaram nos dois dias de Enem em 2017, terão que justificar a ausência para não perder a gratuidade. Para isso, basta acessar a página do participante e fornecer um documento digitalizado que justifique a falta (atestado médico, certidão de óbito, certidão de casamento, declaração de exercício de atividade profissional e boletim de ocorrência são aceitos).

5 – O que mudou com as novas regras?
Neste ano de 2018, a isenção de taxa no Enem conta com novidades. Os candidatos que se ausentaram no exame em 2017 terão que apresentar uma justificativa na página do participante e comprovar o motivo por meio de documentos. Quem não justificar a falta não terá direito à gratuidade.

6 – Quando sai o resultado da solicitação de isenção?
O resultado será publicado na Pagina do Participante, no dia 23 de abril de 2018.

7 – Não fui aprovado. É possível entrar com recurso?
Os candidatos, que tiveram o pedido de isenção negado, terão o prazo de 23 a 29 de abril para apresentar recursos. Dessa forma, ele poderá apresentar novos documentos comprobatórios para garantir a sua gratuidade.

Quem for reprovado na análise do MEC pode entrar com recurso. (Foto: Divulgação)

8 – Entrei com recurso, mas foi negado de novo. O que fazer?
Se o recurso for negado, não tem muito o que fazer. O candidato poderá se inscrever no Enem 2018 em maio, desde que pague a taxa de participação no valor de R$82,00. A dica é juntar dinheiro até lá para não ficar de fora do exame.

9 – Por que foi adotado um novo processo de solicitação de isenção da taxa?
O Ministério da Educação, junto com o INEP, resolveu adotar um novo processo para isenção de taxa com o objetivo de evitar despesas desnecessárias. Nas últimas cinco edições do exame, o prejuízo foi de R$962 milhões (dinheiro gasto com participantes que não fizeram às provas. O número de abstenções também tem preocupado, afinal, no ano passado, foram 2.017.253 ausentes dos candidatos isentos (83,8%).

10 – Quem solicita isenção precisa se inscrever no Enem 2018 em maio?
Sim! Todos os interessados em fazer o exame devem fazer a inscrição entre os dias 7 e 18 de maio. O fato do pedido de isenção ser aprovado não inscreve o candidato automaticamente no Enem 2018. Portanto, quem não quer pagar para fazer a prova deve se preocupar com duas etapas: a inscrição para isenção em abril e a inscrição no Enem em maio.

Fonte: http://snip.ly/9qwr3

INEP - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - CENTRAL DO ALUNO

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10 TEMAS DE REDAÇÃO PARA O ENEM 2018

#enem2018

Fala meu querido aluno e minha querida aluna! Aqui é o professor André Gazola do curso Redação #Mito e hoje estou aqui para ajudar você na sua redação do ENEM 2018 com 10 temas possíveis que caiam.

São 10 temas que eu selecionei que eu imagino que possam cair e que por isso é muito importante que você pratique ao longo do ano.

Sem perder tempo, vamos para o primeiro tema!

Ver post completo: http://snip.ly/4cvy6

10 Temas de Redação para o ENEM 2018 | CENTRAL DO ALUNO

10 Temas de Redação para o ENEM 2018 | CENTRAL DO ALUNO

Confira os 10 Temas de Redação para o ENEM 2018 propostos pelo prof. André Gazola. Assista ao vídeo e baixe o infográfico. Prepare-se e rumo à nota 1000!

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COMO FAZER UMA BOA REDAÇÃO DO ENEM

#enem2018

Diariamente eu tenho contato com alunos que pretendem fazer o ENEM para conquistar uma vaga na universidade através do SISU. Alguns estudam muito, mas mesmo assim não têm muita ideia sobre como fazer uma boa redação do ENEM. Nosso sistema de ensino é falho, infelizmente.

Os alunos não conhecem a estrutura correta de uma dissertação, não sabem sequer como iniciar a redação – ficam como bobos olhando para a folha em branco –, têm dificuldades para escrever os argumentos e elaborar uma boa conclusão de acordo com os critérios do Exame Nacional do Ensino Médio. Além disso, materiais de cursinhos, artigos da internet ou vídeos do Youtube costumam abordar apenas dicas gerais de redação, o que costuma não ajudar (e sim confundir) aqueles que buscam alcançar a nota 1000.

Pensando em todas essas questões, nesse artigo vou ajudar você a aumentar suas notas fazendo uma redação ENEM passo a passo, com exemplos práticos, não apenas generalidades. Você aprenderá sobre todos os principais aspectos necessários para elaborar uma boa redação.

ESTRUTURA DA REDAÇÃO: INDO ALÉM DO BÁSICO
Quando converso com alunos sobre redação do ENEM, a maioria costuma saber aquela regra bem básica sobre a estrutura: Introdução, Desenvolvimento e Conclusão. Alguns até sabem que se deve escrever 2 ou 3 parágrafos de argumentação. Só que todos param por aí. O que ninguém sabe é que a estrutura de uma redação nota 1000 vai muito além disso – e o material de cursinhos costuma ser tão superficial que mais atrapalha do que ajuda quem quer fazer uma boa redação.

Estrutura da Redação do ENEM

Para a redação do ENEM, a primeira coisa que você deve saber é que 3 argumentos não cabem em 30 linhas. Como assim? Ora, se você tem apenas 30 linhas para escrever, ao tentar elaborar 3 argumentos, o resultado será só um: superficialidade. Por isso, 2 argumentos, um parágrafo cada um, é o caminho.

Não se preocupe agora. Já já vamos ver exemplos de redações do ENEM.

Outro aspecto altamente negligenciado e que gera muita perda de nota é a estrutura do parágrafo. A quase totalidade dos alunos que começam a ter aula particular comigo nunca sequer ouviu falar que o parágrafo tem uma estrutura correta a ser seguida.

Como regra geral, um parágrafo de dissertação argumentativa (e aqui estou falando tanto de ENEM quanto de vestibular ou concurso público) deve ter 3 frases, cada uma com um objetivo específico. Se pensarmos num parágrafo de argumento, por exemplo, a estrutura é a seguinte:

A primeira frase é curta (máximo de 2 linhas) e simples. Serve para mostrar de forma geral qual o tema daquele parágrafo. Ela tem o nome técnico de tópico frasal.
A segunda frase é o coração do argumento. Aqui você vai convencer o leitor através de uma das estratégias de argumentação: exemplos concretos, estatísticas, argumento de autoridade etc. Eu gosto muito da técnica que utiliza exemplos concretos, usando geralmente 3 deles para dar corpo a essa parte tão importante.
A terceira frase, finalmente, é uma espécie de conclusão do parágrafo. Você deve chegar a uma síntese a partir do que falou nesse parágrafo e estabelecer uma ligação com o que vai falar no próximo.
Veja um exemplo disso na prática:

Ao lado desses jovens, os defensores das novas tecnologias salientam seus pontos positivos. Falam da enorme rapidez no âmbito das telecomunicações, com recursos como a internet e telefonia móvel, dos avanços no tratamento e prevenção de doenças e, principalmente, da democratização do acesso à informação, algo que vem alterando, inclusive, o papel da escola em nossa sociedade. Todos são argumentos plausíveis, mas deixam de lado aqueles levantados pelo grupo dos “apocalípticos”, para usarmos ainda os termos do grande teórico italiano.

Nesse parágrafo é possível visualizar exatamente a estrutura que acabo de mostrar: a primeira frase, o tópico frasal, diz que o parágrafo falará dos pontos positivos da tecnologia (que era o tema da redação); a segunda frase dá exemplos concretos, mostrando quais são esses pontos citados no tópico frasal; finalmente, a terceira frase conclui o parágrafo fazendo uma ligação com o que seria escrito no argumento seguinte.

Vamos falar mais sobre argumentação daqui a pouco, mas agora preste atenção, pois o próximo tópico vai evitar que você zere a redação do ENEM já no primeiro parágrafo. A introdução deve seguir uma estrutura menos rígida, mas precisa conter alguns elementos essenciais para você ter chance de alcançar a nota 1000 na redação.

COMO INICIAR UMA REDAÇÃO: SUPERANDO O FANTASMA DA FOLHA EM BRANCO
Eu já presenciei essa cena centenas de vezes: o aluno está parado, olhando para a folha em branco com uma expressão de dúvida, insegurança e confusão.

Você se identifica? Durante a prova do ENEM, você simplesmente não tem tempo para ficar com essa insegurança na hora de começar a redação. O pior de tudo é que os vídeos e artigos que encontramos na internet dão apenas dicas gerais, sem nunca indicar um caminho passo a passo que ajude de verdade na hora de fazer uma boa redação – não é por nada que mais de meio milhão de alunos costuma zerar essa prova.

Boa redação do ENEM: supere o fantasma da folha em branco

Você vai superar o fantasma da folha em branco quando entender a estrutura correta para uma introdução. Ela precisa de, no mínimo, 2 desses 3 elementos (e o terceiro é obrigatório)

Uma contextualização de tempo em relação ao tema/problema proposto. Entender de História, aqui, é uma qualidade essencial, pois praticamente qualquer tema pode ser analisado sob uma perspectiva histórica.
A visão de algum grande e conhecido pensador a respeito de algo que possa ser relacionado ao tema da redação. Citar um filósofo, sociólogo ou cientista funciona muito bem aqui.
O seu posicionamento pessoal a respeito do tema, também chamado de tese. Sem esse elemento, você tem grandes chances de zerar a dissertação logo de cara. Aqui você dá o tom, ou seja, mostra qual o enfoque você dará ao problema ao longo do texto.
Os itens 1 e 2 têm o objetivo de contemplar as exigências da competência 3, critério de avaliação que envolve justamente relacionar informações de diversas áreas do conhecimento.

Você pode visualizar um exemplo que usa os itens 2 e 3 no parágrafo abaixo, que é um bom modelo de introdução para a redação do ENEM para temas que envolvam questões sociais.

Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XX. O tempo de duração de um relacionamento entre os jovens, que vem diminuindo de forma assombrosa, reflete essa realidade.

Repare que há apenas duas frases no parágrafo. A primeira expõe a teoria de um grande pensador, e a segunda deixa claro meu posicionamento (negativo) em relação à situação proposta – imaginando que o tema da redação envolvesse a perenidade das relações amorosas entre os jovens.

Vejamos outro exemplo, agora com uma contextualização histórica:

A Revolução Industrial, ocorrida inicialmente na Inglaterra durante o século XVIII, trouxe a necessidade de um mercado consumidor cada vez maior em função do aumento de produção. Para isso, o investimento em publicidade tornou-se um fator essencial para ampliar as vendas das mercadorias produzidas. Na sociedade atual, percebe-se as crianças como um dos focos de publicidade, prática que deve ser restringida pelo Estado para garantir que as crianças não sejam persuadidas a comprar determinado produto.

Agora com 3 frases, essa introdução usa o conhecimento histórico para contextualizar um fenômeno atual – você deve ter notado que o trecho elabora o tema da redação do ENEM 2014, que era publicidade infantil. Repare como a segunda frase serve como uma espécie de ponte entre o passado e o presente: é a chamada técnica de transição. Não é por nada que essa introdução foi retirada (com algumas adaptações feitas por mim) de uma redação nota 1000.

Leia 50 dicas para a redação do ENEM
Chegando até aqui você já conhece detalhes sobre a estrutura de uma redação do ENEM e não terá mais problemas para iniciar uma redação. Porém, isso é só o início. A argumentação é outra parte muito importante de uma boa redação. A notícia ruim é que a escola não vai ajudar você nessa parte. A notícia boa é que eu vou!

A ARGUMENTAÇÃO DE UMA REDAÇÃO NOTA 1000
No Brasil nós vivemos uma realidade triste: as aulas de português focam-se muito mais no ensino de regras gramaticais descontextualizadas do que nos chamados usos da língua – o que realmente nos ajudaria a escrever melhor.

Aprender a criar bons argumentos envolve muita coisa, inclusive aprender a pensar (que é bem difícil de ensinar para alguns…). Se você compreendeu a estrutura do parágrafo argumentativo que eu expliquei acima, já deu um grande passo, mas também é preciso saber usar os mecanismos linguísticos de forma adequada para estabelecer a coesão textual, que é um critério de avaliação importantíssimo em qualquer tipo de texto, mas ainda mais na redação do ENEM.

Antes de mais nada eu quero mostrar a imagem a seguir:

Como fazer uma boa redação do ENEM: Hierarquia dos argumentos

Eu formulei essa pirâmide baseando-me em um ensaio muito interessante intitulado How to Disagree escrito por Paul Graham. Nele, o autor descreve sete níveis hierárquicos das formas de não concordar com algo.

Graham diz que a maioria dos argumentos que usam a contradição não são convincentes. Isso quer dizer que, a partir de agora, quando você for escrever um texto dissertativo/argumentativo, deve lembrar dessa pirâmide e estabelecer qual o tipo de argumento está usando. Se estiver abaixo da contradição, é melhor reformular seu raciocínio.

Lembre-se que você deve argumentar para defender sua tese, aquela que você escreveu na última frase da introdução. Em alguns casos haverá temas em que você deve posicionar-se a favor, contra, ou pesar ambos os lados. Nesse sentido, é perfeitamente aceitável que você desenvolva um argumento mostrando o lado positivo do problema, e outro mostrando o lado negativo – sempre seguindo a estrutura de parágrafo que você aprendeu no início deste artigo.

Veja o exemplo com os dois argumentos da minha redação sobre desenvolvimento tecnológico:

Ao lado desses jovens, os defensores das novas tecnologias – já definidos por Umberto Eco como o grupo dos “integrados” – salientam seus pontos positivos. Falam da enorme rapidez no âmbito das telecomunicações, com recursos como a internet e telefonia móvel, dos avanços no tratamento e prevenção de doenças e, principalmente, da democratização do acesso à informação, algo que vem alterando, inclusive, o papel da escola em nossa sociedade. Todos são argumentos plausíveis, mas deixam de lado aqueles levantados pelo grupo dos “apocalípticos”, para usarmos ainda os termos do grande teórico italiano.

Esse grupo que demoniza tais inovações encontra respaldo em diversas situações negativas geradas por elas. Como exemplos pode-se citar o sedentarismo por parte dos jovens, que vem gerando doenças atreladas ao aumento das taxas de obesidade nos países em desenvolvimento, a onda de crimes virtuais que a inexistência de legislação específica permite e, ainda, a possibilidade de disseminação irrestrita de informações falsas ou errôneas, o que põe em xeque a referida democratização do acesso a esse bem.

Perceba como o primeiro parágrafo fala dos pontos positivos do desenvolvimento tecnológico, enquanto o segundo fala dos pontos negativos. Essa é uma estratégia que você pode e deve usar para elaborar uma boa redação do ENEM.

Agora, como escrever com coesão, utilizando as estruturas e mecanismos linguísticos corretos? A primeira coisa que você precisa é conhecer os operadores argumentativos e quando usar cada um deles.

Fonte: http://snip.ly/8u644

Como Fazer uma Boa Redação do ENEM | CENTRAL DO ALUNO

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Aprenda a fazer uma boa redação do ENEM através de um passo a passo com exemplos práticos. Alcance a nota 1000 sem enrolação!

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REDAÇÃO NOTA 1000 DO ENEM: O PASSO A PASSO

#enem2018

Todos os anos eu recebo o contato de alunos desesperados e confusos quanto à redação do ENEM. Todos têm o mesmo desejo: entrar na universidade através de uma bolsa conquistada através do SISU. O que muitos não sabem, no entanto, é a importância que uma redação nota 1000 tem para que seja possível conquistar essa vaga.

Os alunos que escrevem as melhores redações do ENEM não nasceram com um dom e não tiveram sorte: eles se prepararam e, pode ter certeza, praticaram MUITO ao longo do Ensino Médio – não é por nada que suas redações são escolhidas como modelos que o Inep divulga anualmente.

O fato, então, é que, por não saberem da sua importância, muitos não buscam preparar-se para a prova de redação e acham que podem escrever qualquer coisa, de qualquer jeito. Isso é um erro muito grande. Fazer uma boa redação do ENEM implica replicar características que podem ser aprendidas e replicadas para qualquer texto dissertativo-argumentativo. São essas características que eu vou lhe ensinar ao longo deste artigo. Vamos juntos nesse passo a passo!

A IMPORTÂNCIA DA NOTA MÁXIMA NA REDAÇÃO DO ENEM: SUA VAGA NA UNIVERSIDADE
Todos os anos presencio a mesma situação diversas vezes: alunos ansiosos, estudando muito disciplinas como matemática, química e física, considerando que a nota máxima nessas áreas garantirá sua bolsa na universidade através do ENEM. Grande erro! Muitos não sabem a importância que a redação do ENEM tem para sua nota final e, dessa forma, acabam fracassando em seu objetivo de entrar em uma boa faculdade.

Tirar nota 1000 na prova objetiva (apesar de isso não ser possível no ENEM devido à metodologia de avaliação chamada de Teoria de Resposta ao Item – TRI) não garante sua aprovação pelo SISU. Um exemplo recente é do aluno cearense que acertou mais questões no ENEM 2014 (172 acertos!), mas mesmo assim não conseguiu vaga na UFC em Ciências Biológicas devido à nota baixa na redação.

Vou mostrar como a nota do ENEM é calculada para você ver a importância de uma redação nota máxima.

Cada prova objetiva vale 1000 pontos: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Códigos, Matemática;
Com o uso do método TRI, sua pontuação em cada área é calculada e então tirada a média para as provas objetivas – somam-se as 4 notas e divide-se por 4;
A redação vale outros 1000 pontos. Eles são somados à média das provas objetivas e esse número é dividido por 2 para calcular sua nota final do ENEM.
Entenda melhor pela imagem abaixo:

Como é calculada a nota do ENEM: O Exemplo na Redação

A partir disso você deve ter percebido uma coisa: a redação representa metade da sua nota no ENEM – ela vale mais que qualquer outra disciplina. É por isso que os alunos que escrevem as melhores redações costumam ficar entre os primeiros colocados.

Dito isso, nos deparamos com outro problema: como fazer uma boa redação no ENEM? Se ela é tão importante, precisamos de uma preparação adequada, escrevendo bastante e, mais ainda, analisando modelos de redação comprovadamente eficientes, com uma estrutura que vai garantir uma nota alta.

AS MELHORES REDAÇÕES DO ENEM: O QUE ELAS TÊM DE TÃO BOM?
Como professor, tenho analisado, ao longo dos últimos anos, centenas de redações com notas altas e baixas. A partir dessa análise, fica claro que as melhores dissertações seguem uma estrutura muito parecida e, portanto, podem servir de exemplo para aqueles que querem tirar nota 1000.

Vou lhe ensinar agora algumas das características que vão ajudar você a alcançar a nota máxima. Preste atenção!

O título
O título não é obrigatório em uma redação do ENEM, mas ele está presente em boa parte das melhores. Porém, não basta escrever qualquer coisa. Existe um modelo que também encontro constantemente. Ele segue uma espécie de fórmula como essa:

Reafirmação do tema: frase opinativa

Quer ver alguns modelos?

Consumo infantil: um problema de escala mundial
Capitalismo e infância: uma mistura doentia
Por todas as “Marias”: o difícil caminho para a paz doméstica
Feminismo ou Direitos Humanos: pelo fim dos extremismos
A razão para esse tipo de título funcionar é simples: ele sintetiza o tema e o posicionamento do autor da redação, mostrando logo de cara para o avaliador que o aluno foi capaz de pensar sobre o problema proposto. Além disso, por ser um tipo de estrutura bastante usada em meios acadêmicos, o corretor terá uma chance a mais de se impressionar positivamente ao ler a primeira linha, condicionando-o a avaliar melhor aquele texto.

A Introdução
Muita gente tem dúvidas sobre como iniciar uma redação. Um bom jeito é sempre fazer uma contextualização do tema em questão. Se você tem bom conhecimento de História, melhor ainda, pois uma das competências cobradas pela redação do ENEM é a capacidade de relacionar conhecimentos de diferentes áreas. Além disso, um elemento muito importante é a presença do seu posicionamento pessoal em relação ao tema, já na introdução – a chamada tese.

Veja esse exemplo de introdução retirado de uma redação nota 1000 do ENEM:

Dentro os costumes cultivados pela humanidade durante toda a sua trajetória, consumir bebidas alcoólicas em momentos festivos ou apenas para descontração é, sem dúvidas, um dos mais marcantes. No Brasil, então, isso não se dá de outra maneira. Sendo nosso país um dos maiores consumidores de cerveja do mundo, carnavais, festas juninas ou mesmo encontros semanais entre amigos têm sempre que vir acompanhados do álcool. Todavia, a utilização deste torna-se irresponsável quando o indivíduo dirige após o seu consumo e, portanto, a medida da Lei Seca faz-se necessária para a manutenção de uma sociedade tranquila.

Note que o autor faz uma contextualização dupla: primeiro sob um viés histórico, depois aproximando para sua própria realidade. No final, posiciona-se de maneira firme, relacionando os fatos relatados com o tema em questão: a Lei Seca.

A Conclusão
O ENEM exige que o candidato elabore uma solução para o problema proposto: a famosa proposta de intervenção. Se sua conclusão não contiver esse detalhe, você perde automaticamente 200 pontos na redação. Mas não pense que pode sair escrevendo qualquer solução e tirar nota máxima. É preciso ser original e especificar os meios de como chegar àquele ponto em que o problema se resolve.

Vamos visualizar um modelo para que isso fique mais claro pra você:

Sendo assim, o projeto da Lei Seca já auxiliou muito na conscientização da população. Para que o número de beneficiados aumente, é necessário que o governo organize uma tabela de horários para transportes públicos durante a madrugada, assim, ao sair, o cidadão já sabe quando retornar. Ademais, a fiscalização dos taxistas deve ocorrer com maior frequência, multando aqueles que adulteram seus taxímetros. Por último, deve-se criar uma lei que puna aqueles que divulgam via redes sociais a localização de blitz policiais, já que prejudicam o cumprimento da fiscalização, colocando em risco a vida de muitos.

Perceba que os trechos sublinhados deixam claras quais as medidas propostas como solução para o problema do alcoolismo no trânsito, com uma boa dose de originalidade nas ideias – não apenas o senso comum escrito pela maioria dos candidatos.

A Coesão
Para criar um texto coeso, você precisa utilizar algumas ferramentas que a língua proporciona. Você deve as conhecer como conjunções e pronomes, mas um nome mais bonito é operadores argumentativos. Para que eles servem? Para “costurar” o texto de uma maneira que a progressão de suas ideias fique clara e lógica.

Se você notar em todos os exemplos presentes neste artigo, há palavras ou expressões que iniciam frases, como “Sendo assim”, “Por último”, “Ademais”, “Todavia”, “Portanto”, “Então”, e várias outras. Elas estão lá só para bonito? Definitivamente não. Todas têm o propósito de permitir que o leitor compreenda o raciocínio de quem escreveu a redação.

Muitos alunos têm grandes dificuldades para aprender a usar esses elementos de maneira adequada. O primeiro passo é conhecê-los, então baixe este arquivo em PDF com os principais operadores argumentativos, seus significados e situações de uso.

Depois de baixar e dar uma boa estudada neles, você pode assistir esse vídeo em que eu explico por completo uma redação que eu mesmo escrevi, dando um foco especial para a coesão:

Fonte: http://snip.ly/z17rj

Redação Nota 1000 do ENEM: o passo a passo | CENTRAL DO ALUNO

Redação Nota 1000 do ENEM: o passo a passo | CENTRAL DO ALUNO

Veja modelos de redação e aprenda o passo a passo para escrever uma redação nota 1000 no ENEM. Conquiste sua vaga na universidade pelo SISU.

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13 DÚVIDAS MAIS COMUNS SOBRE A REDAÇÃO DO ENEM

#enem2018

Diariamente eu recebo e-mails de alunos do Brasil todo que estão estudando para o ENEM e têm muitas dúvidas em relação à prova de redação: precisa ter título? pode ser a lápis? o que fazer? o que não fazer? quanto vale? quais critérios? como estudar? E por aí vai…

Como forma de responder todas essas dúvidas de uma vez só, elaborei este artigo que busca esclarecer tudo que você sempre quis saber sobre a redação do ENEM, mas nunca ninguém soube responder. Let’s go!

A Redação do ENEM tem que ter título?
Não. O ENEM não exige que você escreva um título para a dissertação. Inclusive, eu recomendo para meus alunos que não escrevam título por dois motivos:

É uma coisa a menos para pensar e perder tempo;
Faz você perder 2 preciosas linhas (1 para o título e outra que você precisa pular depois dele).
A Redação do ENEM vale quantos pontos?
A redação vale 1000 pontos, sendo 200 para cada um dos 5 critérios de avaliação. Essa nota é somada à das provas objetivas e, então, tira-se a média aritmética para calcular sua média final no ENEM (isso já foi diferente, no passado). Ou seja, hoje a redação vale 20% da sua nota.

A Redação do ENEM tem quantas linhas? Existe um mínimo?
O máximo de linhas é 30 e o mínimo é 8. Redações com 7 ou menos linhas tiram nota zero — algo que nunca acontecerá com você caso ler minhas 50 dicas para a redação do ENEM.

Quantos parágrafos escrever?
Pensando na fórmula que mais funciona, a estrutura ideal é composta por 4 parágrafos: 1 para introdução, 2 para argumentação e 1 para a conclusão. Para agilizar, uma ótima estratégia é ler exemplos ou modelos de redações prontas.

Qual nota é considerada boa?
Isso depende muito do curso que você deseja ingressar. Porém, se pensarmos apenas na redação, isoladamente, tirar acima de 800 já coloca você entre uma minoria de estudantes. Veja:

Notas da Redação do ENEM

Como faço para estudar Redação para o ENEM?
Aqui está o grande segredo da galera que realmente vai bem na redação: eles estudam, preparam-se para tirar uma nota alta.

O primeiro passo é adquirir conhecimento. Para isso existe o jeito caro, que é contratando um professor particular, e o jeito barato, que é matriculando-se num curso de redação para o ENEM.

Tenha em mente que esse curso deve oferecer toda a base para você entender o que é uma redação, que tipo de texto deve fazer, como ter ideias e acumular conhecimento de mundo rapidamente e, finalmente, organizar essas ideias no papel através de uma introdução, argumentos e proposta de intervenção.

Uma vez conquistado esse conhecimento técnico que um bom cursinho vai lhe fornecer, então é hora de praticar. O ideal é que você escreva no mínimo uma redação por semana a partir de um tema estilo ENEM.

Muita gente indica que você tenha alguém para corrigir essas redações, mas o problema é que as correções de cursinhos online costumam ser bem superficiais, deixando você, às vezes, mais confuso do que estava antes.

Pensando nisso, eu mesmo criei um treinamento que tem como bônus o módulo 9 passos para corrigir suas próprias redações — esse módulo tem sido o diferencial para a aprovação dos meus alunos que buscam o curso de medicina!

Quais os critérios de correção para a Redação do ENEM?
No total são 5 critérios avaliados (o edital do ENEM os chama de competências):

Competência 1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da Língua Portuguesa

Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa

Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista

Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação

Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos

Como tirar 1000 na redação do ENEM?
Pelo visto você gosta de perguntas complexas! Para responder isso, vou indicar meus artigos já publicados que ensinam tudo que você precisa saber:

Como Escrever uma Boa Redação do ENEM
Passo a passo para a redação nota 1000
Os mistérios da correção de redação online
Modelos prontos de introdução e conclusão para a redação do ENEM
Qual o formato para a redação?
A redação do ENEM deve seguir o gênero dissertativo-argumentativo. Isso significa que você deve demonstrar conhecimento sobre o tema, mas também posicionar-se a respeito dele a fim de convencer o leitor através de argumentos.

Posso escrever o rascunho a lápis?
O rascunho, pode. Nem pense em fazer isso na versão final! Lá tem que ser com caneta azul ou preta.

Posso escrever a redação em letra de forma?
Pode, sem problema algum. O único cuidado que você precisa ter é o de diferenciar claramente as letras maiúsculas das minúsculas.

Continuar lendo esse post: http://snip.ly/khzph

13 Dúvidas mais comuns sobre a Redação do ENEM | CENTRAL DO ALUNO

13 Dúvidas mais comuns sobre a Redação do ENEM | CENTRAL DO ALUNO

Tire todas as suas dúvidas sobre a redação do ENEM: precisa de título? quantas linhas? como fazer? quantos pontos vale? como estudar redação? quais os critérios? fazer com lápis ou caneta? quais temas podem cair? E muito mais!

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COMO ESTUDAR PARA O ENEM DO JEITO CERTO

#enem2018

Em minha experiência como professor, todos os dias eu vejo alunos com dificuldades para estudar. Seja por um sistema de ensino falho ou qualquer outra coisa, a maioria dos estudantes fica completamente perdida quando o assunto é como estudar para o ENEM.

O que eu percebo é que todos querem estudar e conseguir uma vaga na universidade, mas não sabem como fazer isso da maneira certa e acabam perdidos em meio a tanto conteúdo e sem ninguém para orientá-los. Além disso, muitos têm a percepção de que é fácil estudar sozinho devido à facilidade de encontrar videoaulas grátis pela internet, mas então encontram dificuldades para se organizar e manter a disciplina nos estudos – além de terem dúvidas sobre o que estudar para o ENEM e conseguir passar.

O artigo que você está lendo foi criado por mim a partir dessas observações. Prepare-se para ler um guia completo sobre como estudar do jeito certo, com informações que você não encontra em nenhum outro lugar e que vão mudar completamente sua visão sobre sua preparação para o ENEM. Prepare aquela pipoquinha e vem comigo!

ESTUDAR PARA O ENEM: ENTENDENDO COMO SUA MEMÓRIA FUNCIONA
Acontece todos os anos quando meus alunos decidem começar a estudar para o ENEM: iniciam com uma grande energia e leem durante 8 horas no primeiro dia, 4 horas no segundo, 1 hora no terceiro, até que no quarto se dão conta da quantidade de matéria e relaxam até 1 mês antes da prova.

Para você se preparar para essa prova, que realmente é difícil, vamos ter que admitir alguns fatos, antes de mais nada:

Você não vai conseguir estudar 8h por dia, esqueça! É muito mais importante manter uma consistência do que se matar no início e depois largar tudo;
A quantidade de conteúdos na internet que permitem que você estude sozinho é enorme, mas também serve para desorientar e desmotivar. Por isso é importante ter uma estratégia e segui-la à risca. Vou lhe ajudar com isso ao longo deste artigo;
O ENEM não é como outro vestibular qualquer, então o método de estudo não deve ser o mesmo, daí a importância de fazer muitas questões que realmente sejam do estilo ENEM – há vários sites da internet que mentem sobre o tipo da questão.
Com essas três coisas na cabeça, podemos começar a falar de um problema que atinge muitos alunos e vai atingir você também: eu estudo, estudo, mas depois de um tempo não lembro de mais nada!

O negócio é o seguinte, meu jovem: aqueles que tiram as notas mais altas no ENEM não necessariamente estudam MAIS do que os outros, eles simplesmente entenderam como funciona o próprio cérebro e tiraram proveito disso. Você alguma vez já parou para pensar sobre como absorve o conteúdo das aulas?

Isso é muito importante, afinal de que adianta estudar um conteúdo o dia inteiro e não lembrar de nada na hora da prova, certo?

Precisamos reter o que estudamos, fazer com que os conteúdos se fixem em nossa memória de longo prazo para que estejam disponíveis no momento em que precisarmos deles.

O cérebro preguiçoso
Nossa memória tende a enfraquecer com o passar do tempo. Isso não é um problema apenas seu, mas uma característica que diz respeito a todos nós, a todo ser humano saudável. Porém, temos como superar essa tendência natural de esquecermos as informações.

O psicólogo alemão Hermann Ebbinghaus foi o pioneiro no estudo experimental da memória, além de destacar-se pelo estudo da curva de esquecimento, curva de aprendizagem e pelo efeito que o espaçamento nos estudos tem sobre nossa memória.

A famosa curva do esquecimento de Ebbinghaus mostra que, após adquirirmos as informações, elas começam a ser esquecidas, de forma que, após 24 horas, entre 50% e 80% do que foi estudado simplesmente desaparece!

E o pior vem agora:

Caso nenhuma revisão seja feita ao longo dos dias seguintes, você tenderá a esquecer-se TOTALMENTE do que foi estudado e a informação será tratada como novidade em um próximo estudo.

Veja:

Como passar no ENEM: Curva do esquecimento de Ebbinghaus

Como combater o esquecimento
No entanto, ao fazer revisões constantes, você cria novos códigos de memória e a informação é reativada no seu cérebro, aumentando a retenção.

Mas ATENÇÃO!

A primeira revisão precisa ser feita no prazo máximo de 24h após o primeiro estudo, pois é nesse intervalo de tempo que a curva de memória declina mais rapidamente.

Quando formos montar nosso horário de estudos, vamos levar isso em consideração.

Alguns alunos que oriento ou que já participaram de meus cursos sobre aprendizagem costumam resistir a essa necessidade. Eles alegam que não têm tempo para fazer essa revisão.

A minha contestação é muito simples e importante:

Ou você organiza seu horário de forma a observar essa característica da memória, ou o seu tempo de estudo será, na maior parte, um desperdício.


Continuar lendo o post: http://snip.ly/lv34u

Como Estudar para o ENEM do jeito Certo | CENTRAL DO ALUNO

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Aprenda a estudar para o ENEM como os alunos TOP fazem: descubra como otimizar seus estudos, como estudar sozinho pela internet e ainda organizar seu tempo.

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Como escrever uma Redação Modelo Enem - Redação Débora Aladim

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Material Complementar para a Redação do Enem - Redação Débora Aladim

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Ciências Humanas e suas tecnologias

Enem e Vestibulares

Grupo nova

170 páginas

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Linguagens, códigos

Enem e Vestibulares

Grupo nova

412 páginas

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Matemática e suas tecnologias

Enem e Vestibulares

Grupo nova

224 páginas

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50 erros de português que você não pode mais cometer.

#mundoacademico

Guia prático para não queimar mais o filme em provas, e-mails, redes sociais e vida profissional

Como qualquer outra disciplina, o português pode ser fácil para uns e difícil para outros. Além disso, a língua é viva, se altera com o passar dos anos, recebe influências do meio e, claro, conta com um amplo conjunto de regras que inegavelmente podem confundir.

— É certo dizer que o tempo presente, o grau de escolaridade e a classe social impactam em como produzo meu texto. Mas também é fato que o domínio da língua é diretamente proporcional ao volume de leitura. A dica é ler jornais, livros de bons autores e não ter vergonha de procurar o significado de uma palavra que não conhece —, recomenda o professor Caco Penna, do CPV Educacional.

Segundo Caco, as mudanças dos últimos anos no Enem resultaram em provas mais focadas no caráter sociolinguístico do que propriamente na gramática. Mesmo assim, essas são questões ainda relevantes na redação e muito presentes nos vestibulares. Indo muito além dos testes, vale lembrar que em toda a vida você vai lidar com as artimanhas do português. Nada mais queima o filme do que falar errado em uma entrevista de emprego ou enviar um e-mail profissional cheio de deslizes, por exemplo.

Para evitar essas derrapadas, listamos as 50 dúvidas gramaticais que mais costumam gerar erros. A lista foi elaborada com ajuda dos professores Simone Motta, coordenadora de Português do Grupo Etapa, Eduardo Calbucci, supervisor de Português do Anglo, e do próprio Caco.

50 DÚVIDAS DO PORTUGUÊS ESCLARECIDAS

1. Por que/Porque

Para começar, uma confusão que acompanha gerações:

Usa-se "por que" para perguntas, mesmo que implícitas. Exemplos: "Por que ela ainda não chegou?" e "Ele não sabe por que está aqui".

Usa-se "porque" para respostas. Se consegue substituir por "pois", essa é a forma correta: "Não foi trabalhar porque estava doente".

ERROS DE PORTUGUÊS QUE VOCÊ NÃO PODE MAIS COMETER

Muito cuidado com a conjugação do verbo intervir Foto: Fotolia

Atenção para as palavras que têm forma de escrita parecidas Foto: Fotolia

Para aprender de vez e nunca mais esquecer Foto: Fotolia

A posição na frase interfere na forma de escrita do termo Foto: Fotolia

Na dúvida, consulte o dicionário para não errar Foto: Fotolia

Preste atenção para não cair mais nesse equívoco Foto: jemastock - Fotolia

Para não errar nunca mais Foto: Fotolia

Memorizar regras simples ajuda a não errar mais Foto: Fotolia

Ser reduntante ou óbvio também é uma forma de usar mal a nossa língua Foto: Fotolia

Esse é um erro que vemos todos os dias em e-mails Foto: Fotolia
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2. Por quê/Porquê

No final de uma frase, seguido de pontuação (exclamação, interrogação, reticências), o correto é "por quê", como em: "Estou chateado. Sabe por quê?".

Já o "porquê" tem exatamente o mesmo sentido de motivo ou razão, por exemplo: "Não sabia o porquê de tanta pressa".

3. De segunda a sexta (certo)/De segunda à sexta (errado)

Outro elemento de confusão frequente, a crase pode ser explicada como a junção de duas letras em uma só: a preposição "a" e o artigo feminino "a". Então, se você tenta ler uma sentença com "a a" e não faz sentido, provavelmente não há crase. Logo, o correto é "de segunda a sexta".

4. A prazo (certo)/À prazo (errado)

Como no caso anterior, a leitura com "a" duplicado não faz sentido. Além disso, não se aplica a crase antes de substantivos masculinos, como é o caso de "prazo".

5. A você (certo)/À você (errado)

Não há crase antes de pronomes pessoais (eu, você, ele, ela, nós, vocês, eles, elas).

6. Das 9h às 18h (certo)/Das 9h as 18h (errado)

No caso de horas expressas, há crase quando a preposição "de" aparece combinada com artigo (de + as), mesmo que implícito como em "horário da prova: 8h às 11h". Sendo assim, o correto é "das 9h às 18h".

7. Mal/Mau

"Mal" é substantivo quando precedido de artigo, como em "o mal do mundo", e advérbio quando acompanha verbo ou adjetivo. Resumidamente, é o contrário de "bem".

"Mau" é adjetivo quando vem antes de substantivos, com os quais concorda. É o oposto de "bom".

8. Mas/Mais

"Mas" é conjunção adversativa e tem o mesmo valor de "porém", "contudo" ou "entretanto".

"Mais" é advérbio de intensidade ou conjunção aditiva, indicando adição ou acréscimo. É também o oposto de "menos".

9. Haver/A ver

"A confusão entre as expressões se dá porque a pronúncia é a mesma", explica o professor Eduardo Calbucci. "Haver" é verbo e significa "existir". "Ter a ver" é "ter ligação".

Continuar lendo esse post: https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/guiaenem/50-erros-de-portugues-que-voce-nao-pode-mais-cometer-20001883

50 erros de português que você não pode mais cometer - CENTRAL DO ALUNO

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Erros de quem tenta aprender matemática e não consegue.

#mundoacademico

Ficar na decoreba, ter preconceito com a matéria e ficar escravo da calculadora são algumas das atitudes que atrapalham o aprendizado

A ideia de que a matemática é um bicho de sete cabeças costuma ser passada de geração em geração. A aversão à matéria é tão comum que ganhou até um termo específico: a matofobia. Muitas vezes, esse pânico dos números dissemina-se mais por uma questão cultural e não real. O primeiro dos erros é nem tentar aprender, criando a priori uma dificuldade, que talvez nem exista.

E atrás desse primeiro erro vêm muitos outros, com apontam os professores Rodrigo Sacramento, que faz parte do QG do ENEM, e Thiago Salvador, professor de ensino médio e técnico.
ERRO 1: Se deixar influenciar

Sabemos que a opiniões dos pais e de outras pessoas nos influencia. Mas elas não podem nos impedir de termos as nossas próprias experiências. Se a matemática foi algo muito difícil para quem te rodeia, tenha certeza de que com você pode ser diferente. Procure ver os professores como aliados no processo de aprendizado e não fique numa atitude infantil de resistência.

- O aluno precisa superar os obstáculos. Essa é uma atitude que ele precisa ter perante a própria vida e também em relação à matemática. Ao buscar pelo conhecimento em outros livros, cursos, vídeos e até professores. Ele consegue encarar e vencer o medo, aposta Thiago Salvador.

ERRO 2: Pular o básico

O ensino fundamental é base do conhecimento que o aluno vai precisar para os entendimentos do ensino médio e assim por diante. Se ele começar a ter dificuldades já na tabuada, pode desenvolver um trauma. Da mesma forma, se não souber multiplicar, não saberá dividir, e por aí vai.

- O aluno precisa refazer a sua base em matemática. Ele precisa procurar um curso ou professor que esteja focado nesse objetivo. Depois que ele conseguir, as matérias ficarão muito mais tranquilas. Comparando o aluno com um prédio, se ele entra no ensino médio com os alicerces fracos, ele aprende os conceitos, entende a teoria, mas na hora de fazer as contas, ele não consegue, sentencia Rodrigo Sacramento.

ERRO 3: Não enxergar o lado prático

A gente não aprende matemática apenas tendo uma nota como objetivo. Apesar da aprovação não deixar de ser a meta. Ter apenas esse foco pode desencadear um bloqueio, pois é necessário entender a matéria de forma mais completa, com suas aplicações na vida prática.

Veja também: Sete dicas práticas para quem não consegue manter o foco no estudo

Rodrigo recomenda relacionar o que está sendo ensinado a partir de um contexto, com o próprio dia a dia. Thiago concorda e complementa:

- Se o aluno fica preocupado apenas em resolver aquele exercício em vez de entender o que está por trás dele, ele está errando, mesmo se acertar na prova. A matemática está em todos os lugares: do simples ato de acordar e ter noção de espaço e tempo, dar um troco, calcular os 10% de um restaurante, saber qual produto está mais barato ou mudar um móvel de lugar.

ERRO 4: Ser escravo da calculadora

Não é porque a tecnologia está cada vez mais acessível que podemos ficar na dependência dela. O aluno não pode ser escravo da calculadora, alerta Thiago. Se não dominar as contas básicas, o estudante terá muita dificuldade na hora da prova.

- Não dá pra abrir mão da lógica e do pensar matemático. Você tem que entender o que está fazendo, afirma o professor.

ERRO 5: Ficar na decoreba

Já se acreditou que saber matemática significava decorar conteúdos. No começo do século XX, aquela pessoa que sabia fazer contas enormes de cabeça era uma pessoa admirada. Hoje em dia, isso perdeu o sentido. Atualmente, o aluno precisa antes de tudo entender as fórmulas, esclarece Rodrigo:

- O aluno nunca vai conseguir decorar todas as fórmulas. Ele precisa entender o porquê delas. Se ele entender e esquecer a fórmula, consegue ir em frente e resolver a questão mesmo assim.

ERRO 6: Exercitar pouco

Muitos acham que apenas as aulas são suficientes para aprender. Mas é preciso ter em mente que a prática leva à perfeição. São os exercícios que firmam o entendimento. Outra coisa que faz diferença é seguir uma ordem nos exercícios, indo do mais fácil ao mais complexo.

- Matemática é 50% de uma boa aula e 50% de uma lista de exercícios baseada na aula. Muitas vezes o aluno acaba desistindo da lista por ela não estar nivelada. O ideal é que ela venha do exercício mais fácil para o mais forte a fim de ir construindo o conhecimento, pontua Thiago.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/guiaenem/erros-de-quem-tenta-aprender-matematica-nao-consegue-19899830%23ixzz5BtKXtoBm

Erros de quem tenta aprender matemática e não consegue - CENTRAL DO ALUNO

Erros de quem tenta aprender matemática e não consegue - CENTRAL DO ALUNO

Ficar na decoreba, ter preconceito com a matéria e ficar escravo da calculadora são algumas das atitudes que atrapalham o aprendizado.


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Dez filmes e séries para estudar se divertindo.

#mundoacademico

Tramas envolventes, de ficção e realidade, perfeitas para inspirar suas respostas e ampliar seu repertório de conhecimento

Reconstituição de época, lições de história, temas polêmicos, bastidores da política. Mais do que entretenimento, o cinema e os seriados oferecem a oportunidade de estudar História do Brasil e Geral, Biologia, Química e até assuntos da atualidade de maneira leve, divertida e nada maçante.

Obviamente, eles não substituem o estudo nas aulas ou nos livros, mas dão uma força danada para fixar os conteúdos na nossa cabeça, já que os mostram como entretenimento, com imagens, texto e áudio. Veja abaixo dez produções que fazem isso com maestria.
FILMES


1 - "O Que É Isso, Companheiro?" (Brasil, 1997)

Parcialmente inspirado no livro homônimo de Fernando Gabeira, o longa dirigido por Bruno Barreto relembra um fato verídico da história nacional: o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969, por integrantes do MR-8 (Movimento Revolucionário Oito de Outubro), grupo da luta armada contra a ditadura militar.

Por que assistir: O Brasil é um país jovem. Nossa democracia então, mais jovem ainda. "O Que É Isso, Companheiro?" lembra um passado nem tão distante, essencial para entender os dias atuais do país e os motivos pelos quais uma ditadura é sempre uma alternativa nociva para um país.

2 - "O Nome da Rosa" (Estados Unidos, 1986)

O filme inspirado na obra homônima do filósofo italiano Umberto Eco é tão emblemático para as provas do Enem que já rendeu até eventos oficiais para sua análise. "O Nome da Rosa" apresenta com maestria o universo dominado pela Igreja Católica na Idade Média, quando não era necessário muito para ser considerado herege. Estrelada por Sean Connery e Christian Slater, a trama envolve misteriosos assassinatos em um mosteiro na Itália. O final é surpreendente e inesquecível.

Por que assistir: O longa é um retrato vívido do cotidiano na Idade Média e discute temas pertinentes não apenas religiosos, mas também sexuais e econômicos.

3 - "Adeus, Lênin!" (Alemanha, 2003)

O filme de Wolfgang Becker foi sucesso de crítica ao tratar de um tema ainda recente na história, porém com senso de humor único: a queda do muro de Berlim, em 1989. O protagonista é Alexander (Daniel Brühl), que mora do lado Oriental e se posiciona contra o regime soviético. Defensora do sistema comunista em que vive, a mãe do jovem vê o filho sendo preso e, chocada, sofre um ataque cardíaco que a deixa por meses no hospital. Quando sai, ela não faz ideia de que o muro veio abaixo. O medo do coração debilitado da mãe faz com que Alex a mantenha longe dos acontecimentos externos, transformando a casa da família em uma espécie de museu da Alemanha Oriental.

Por que assistir: É um bom panorama de como era dividida a Alemanha pós-guerra e de como ficou após a queda do muro. Berlim, uma das principais metrópoles do mundo, tem até hoje os pedaços desse concreto espalhados pela cidade. Não é à toa.

4 - "A Queda: As Últimas Horas de Hitler" (Alemanha, 2004)

O filme de Oliver Hirschbiegel acompanha os últimos momentos do líder nazista, já confinado em seu bunker, exausto e nervoso pela derrota iminente. Além de Hitler, outros personagens fundamentais são representados, como Eva Braun e a família Goebbels.

Por que assistir: Quando foi lançado, parte considerável do público classificou o filme como a humanização de Adolf Hitler. Pensar apenas dessa forma, no entanto, é raso. "A Queda", além de mostrar vaidades, desejos e inseguranças do homem que mudou a história do mundo, exibe os impactos do nazismo na Alemanha.
5 - "Entre os Muros da Escola" (França, 2008)

Imigração e xenofobia estão entre os temas da produção indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e vencedora da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2008. Dirigido por Laurent Cantet, o longa mostra a conturbada relação entre o professor François e alunos de nacionalidades diferentes em uma escola na periferia de Paris. François Bégaudeau é autor do livro que deu origem ao filme e um ator amador cuja performance no filme é memorável.

Por que assistir: É um retrato crítico da França contemporânea, repleta de diferenças culturais e sociais muitas vezes incompreendidas. Um cenário cada vez mais comum em toda a Europa, em tempos de crise de refugiados e recentes demonstrações de intolerância que têm assolado grande parte do mundo.

Continuar lendo esse artigo: https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/guiaenem/dez-filmes-series-para-estudar-se-divertindo-19876557%23ixzz5BtLHOFUi

Dez filmes e séries para estudar se divertindo - CENTRAL DO ALUNO

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Tramas envolventes, de ficção e realidade, perfeitas para inspirar suas respostas e ampliar seu repertório de conhecimento.

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Provas e Gabaritos do Enem para download: baixe tudo AQUI!

#enem2018

As provas e gabaritos do Enem para download podem ser encontradas gratuitamente na internet. Esse material ajuda na preparação para o exame, pois permite conhecer melhor o formato da avaliação e resolver as questões que já caíram nas edições anteriores.

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é a “porta de entrada” para os estudantes brasileiros nas universidades brasileiras. Em alguns casos, ele substitui o vestibular e também garante acesso aos principais programas educacionais do Governo Federal, como Sisu, Prouni e Fies.

Utilize as provas e gabaritos do Enem para download para fazer revisão.
Prepare-se para o Enem através das provas anteriores. (Foto: Divulgação)

Como funcionam as provas do Enem?
As provas do Enem avaliam os conhecimentos adquiridos ao longo do ensino médio. Ela é composta por 180 questões objetivas de múltipla escolha, além de uma proposta de redação.



Durante dois dias de prova, o candidato precisa se preparar para resolver questões longas, interdisciplinares e que exigem habilidade de interpretação de texto. O exame é dividido em quatro áreas do conhecimento. São elas:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (Português, Artes, Literatura, Educação Física e Língua Estrangeira)
Matemática e suas Tecnologias
Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química)
Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Sociologia e Filosofia)
Neste ano de 2017, a aplicação do Enem contará com algumas mudanças. Ao invés de acontecer em um único final de semana, o exame será realizado em dois domingos seguidos. Essa mudança foi feita pelo ministério da Educação para não deixar a prova cansativa.



A partir da edição de 2017, a redação será aplicada no primeiro dia de prova. Nos anos anteriores, os candidatos tiveram que produzir textos no segundo dia.

Materiais para estudo: provas e gabaritos do Enem para download
Faltando poucos meses para o Enem, milhares de estudantes brasileiros estão se empenhando nos estudos. Eles assistem videoaulas e consultam apostilas para melhorar a preparação para o exame. Também é comum baixar provas e gabaritos do Enem para treinar em casa.

A resolução de provas anteriores do Enem é uma ótima estratégia de estudo. Somente assim o aluno consegue se familiarizar com o exame e identificar os assuntos mais cobrados.

O INEP (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), órgão vinculado ao Ministério da Educação, é responsável por elaborar e aplicar as provas do Enem. Ele também faz questão de disponibilizar as provas e gabaritos do Enem para download.

Entre 1998 e 2008, o Enem tinha como principal função avaliar os conhecimentos adquiridos no ensino médio, através de 63 questões objetivas de múltipla escolha. A partir de 2009, o exame passou por uma série de mudanças e se tornou mais extenso. Agora, ele conta com 180 questões e uma proposta de redação.

Todas as provas do Enem estão disponíveis em PDF para download no Portal do INEP. Para acessar os cadernos e gabaritos das edições de 2009, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016. clique no link abaixo
Confira: http://snip.ly/w95sc

Provas e Gabaritos do Enem para download: baixe tudo AQUI! - CENTRAL DO ALUNO

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As provas e gabaritos do Enem para download são de grande ajuda na reta final dos estudos. Com esse material, é possível testar os conhecimentos e revisar.

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Apostila completo para o Enem

- Matemática
- Linguagens, códigos
- Ciências Humanas
- Ciência da natureza

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1312 páginas

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Preparatórios para o ENEM e vestibulares e concursos.

#enem2018

Acervo mais completo encontrado na internet

Para baixar basta clicar nos links:

– Apostilas Coleção do Objetivo – Pré vestibular.
– Vídeo – aulas ENEM, vestibulares e concursos.
– Vídeo – aulas linguá portuguesa.
– Vídeo – aulas de Matemática com Prof Thiago Pacifico.
– Provas de ENEM de anos anteriores – UERJ e PUC Medicina
– Apostilas Poliedro, Hexag, Coleção Berniulli 6V 2011 – 2014.
– Diversos matérias para ENEM 1
– Diversos matérias para ENEM 2
– 15 tópicos que definitivamente caem no Enem .

http://vidaacademica.centraldoaluno.com/acervo-de-arquivos-preparatorios-enem-e-vestibulares/

Acervo de arquivos -ENEM - Vestibulares e Concursos públicos

Acervo de arquivos -ENEM - Vestibulares e Concursos públicos

centraldoaluno.com/estudantes_enem_vestibular
vidaacademica.centraldoaluno.com
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O que muda no Enem 2018? Fique por dentro das principais novidades

#enem2018

Descubra quais serão as mudanças desta edição do exame.

Nesta quarta-feira (21), o INEP publicou o edital do Exame Nacional do Ensino Médio O documento, que se encontra no Diário Oficial da União, determina as principais mudanças na prova. Entenda o que muda no Enem 2018 e confira detalhes sobre as principais novidades.

Estudantes devem ficar por dentro sobre o que muda no Enem 2018.
INEP anuncia mudanças para o Enem 2018. (Foto: Divulgação)

Além de publicar o edital com informações detalhadas sobre o Enem, o Ministério da Educação realizou uma coletiva de imprensa para explicar melhor as mudanças e esclarecer dúvidas. O ministro Mendonça Filho, juntamente com a presidente do INEP, Maria Inês Fini, aproveitaram a coletiva para explicar as principais melhorias feitas no exame.

Descubra o que muda no Enem 2018
Algumas mudanças foram adotadas pelo MEC para melhorar o Enem. Entre elas, vale destacar os 30 minutos a mais para resolver as questões no segundo dia de prova. O endurecimento das regras para isenção de taxa também é uma novidade.



Neste ano, as inscrições para o Enem 2018 acontecerão entre os dias 7 e 18 de maio. Já as provas serão aplicadas nos dias 4 e 11 de novembro.

O ViaCarreira reuniu as mudanças no Enem 2018. Confira:



Isenção de taxa
Quem não pode pagar a taxa de inscrição, no valor de R$82,00, deve realizar o pedido de isenção. Para isso, é necessário manifestar interesse na página do participante, entre os dias 2 e 11 de abril de 2018. Vale ressaltar que, a partir deste ano, os pedidos de isenção de taxa serão realizados com antecedência e não durante o prazo de inscrição, como costumava ser nas edições anteriores.

O benefício de isenção de taxa Enem 2018 será concedido aos alunos da rede pública, que estão cursando o último ano do ensino médio. Também ficarão isentos os estudantes que contam com bolsa integral na rede particular e renda de até um salário mínimo e meio por pessoa.

O participante em situação de vulnerabilidade socioeconômica, devidamente inscrito no CadÚnico, também terá direito a isenção de taxa. O mesmo se aplica aos participantes do Encceja 2017.

Diante do elevado percentual de abstenção no último Enem (32%), o Governo Federal procurou endurecer as regras de isenção. Dessa forma, a gratuidade não estará mais disponível para:

Candidatos que prestaram o Enem mais de três vezes sem pagar taxa;
Candidatos que não compareceram aos dois dias de prova em 2017 e não justificaram a ausência.
O resultado, com os nomes dos candidatos aprovados para isenção de taxa, será divulgado no dia 23 de abril. Portanto, os solicitantes devem ficar de olho na página do participante.

Ampliação do tempo de prova
A partir deste ano, os candidatos terão mais tempo para resolver a prova de exatas do Enem. Isso porque o MEC aumentou o tempo de duração do segundo dia de exame em 30 minutos. Com isso, os participantes terão cinco horas para responder as questões de matemática, física, química e biologia.

O primeiro dia de prova, destinado às áreas de linguagens, ciências humanas e redação, terá o mesmo tempo de duração, ou seja, cinco horas e meia.

Regras de correção da redação
No ano passado, o Tribunal Regional Federal decidiu que a violação de direitos humanos não seria mais um motivo para zerar a redação do Enem. Com isso, as regras de correção foram alteradas.

A partir de 2018, o participante que violar os direitos humanos não terá o seu texto anulado. Entretanto, esse desrespeito pode desencadear perda de 200 pontos na nota da redação.

Novos critérios de eliminação
O INEP apresentou novos critérios de eliminação no Enem. De acordo com o edital, serão eliminados do exame os participantes que conversarem com outras pessoas (que não seja o fiscal da sala) durante a prova. A eliminação atingirá, ainda, quem não permitir que artigos religiosos (como é o caso da burca) sejam revistados pelo aplicador.

E aí? Quer conferir mais informações sobre o que muda no Enem 2018? Então acesse o edital oficial: http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp%3Fdata%3D21/03/2018%26amp%3Bjornal%3D530%26amp%3Bpagina%3D53%26amp%3BtotalArquivos%3D242

Imprensa Nacional - Visualização dos Jornais Oficiais - CENTRAL DO ALUNO

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10 conteúdos mais cobrados em Matemática na prova do Enem

#enem2018

Entre as disciplinas mais temidas pelos estudantes, a matemática, acreditem, precisa de muita interpretação de texto na prova do Enem. É o que diz Larissa Calazans, professora de matemática do Stoodi, afirmando que, de forma geral, os conteúdos são cobrados de maneira contextualizada.

—A dica para um bom desempenho na prova é revisar os principais temas, resolvendo exercícios contextualizados, dando uma atenção especial àqueles que envolvem leitura e interpretação de gráficos. A prova do Enem exige do candidato muita leitura, além da execução de muitos cálculos.

1. Razão e proporção

A prova do Enem costuma apresentar mais de uma questão sobre esse conteúdo, sempre de forma contextualizada. Em 2017, por exemplo, 7 questões abordaram a ideia de razão e proporção entre grandezas. Se o aluno não se lembra desse tópico, ele nada mais é que a divisão entre as duas grandezas. Mas o Enem não para por aí, geralmente os exercícios pedem para o aluno determinar a razão e comparar o resultado obtido.

2. Regra de três

Esse é um dos tópicos mais famosos da Matemática e que serve de recurso para a resolução de exercícios em outras disciplinas. Não é possível mandar bem nesse caderno dominando apenas os conhecimentos de regra de três. Porém, eles serão necessários e ajudarão o aluno somar pontos preciosos ao final da nota. Ao revisar essa matéria, o aluno vai notar como se faz relação entre grandezas proporcionais.

3. Leitura e interpretação de gráficos

Muitas questões apresentam gráficos que retratam uma situação explorada no enunciado. Então, para resolver o problema, é preciso que o aluno compreenda tanto o enunciado, quanto o gráfico. Os gráficos que mais aparecem são os de barras, de setor e de segmento. Pode acontecer, por exemplo, de o exercício ser sobre porcentagem e exigir do candidato a compreensão dos dados em um gráfico. Além disso, essa habilidade vai ser exigida em outras disciplinas como geografia, biologia etc. Se o aluno nunca interpretou um gráfico antes, algumas dicas: preste muita atenção no título; veja quais informações dizem respeito a cada eixo; procure os dados apresentados no enunciado (e seus possíveis desdobramentos); e verifique a escala.

4. Estatística

O foco do estudo deve ser em questões que abordam média aritmética, mediana e moda. Na maioria das vezes, esse assunto vem acompanhado de gráficos, então, mais uma vez, é importante que o aluno não deixe de resolver questões que envolvam a leitura e interpretação de gráficos.

5. Porcentagem

A porcentagem também é um tema bastante recorrente no Enem, principalmente porque não precisa ser apresentado de forma isolada nas questões. É bastante comum, por exemplo, aparecer exercícios relacionados a preços, taxas, indicadores de população, economia, entre outros e exigir cálculo de porcentagens. Dica: o aluno deve lembrar que o cálculo da porcentagem é sempre feito sob um determinado valor. Por isso, fique muito atento ao enunciado para descobrir o valor sob o qual deve-se calcular a porcentagem.

6. Funções

É um tema bem abrangente para ser estudo. O ideal é que o aluno foque em três temas: teoria das funções – aqueles probleminhas em que é preciso substituir valores, como por exemplo a corrida de um táxi ou o aluguel de um carro em uma locadora; funções do 1o grau – não se pode deixar de estudar o comportamento do gráfico de uma função do 1o grau; função do 2o grau – principalmente exercícios que envolvam a ideia de máximo e mínimo.

7. Análise Combinatória

Essa área da matemática é responsável por determinar possibilidades. O aluno pode se deparar com questões desse tema de maneira contextualizada nos mais diferentes assuntos, como formação de times, resultados e colocação em pódios, entre outros. É importante ficar bem clara a distinção entre permutação, arranjo e combinação.

8. Probabilidade

Esse assunto gera insegurança na maioria dos alunos, principalmente se acompanhado da análise combinatória. Para evitar isso, o estudante precisa praticar – e muito – exercícios que envolvem esse assunto.

9. Geometria plana

A Geometria Plana também se faz presente no Enem, principalmente quando falamos sobre áreas de triângulos, círculos, quadrados, trapézios, entre outros. Os problemas que envolvem esse tema, de forma geral, são contextualizados. É preciso analisar o enunciado completo para resolver a questão.

10. Geometria espacial

Quando falamos de Geometria Espacial, grande parte das perguntas da prova pede para determinar o volume de prismas, pirâmides, cones, esferas e cilindros. É bastante comum os termos “volume” e “capacidade” serem apresentados como sinônimos no caderno de Matemática e suas Tecnologias.

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'Cotas são maior transformação em 100 anos'

Cresceu o número de alunos pretos e pardos e de famílias de baixa renda, e houve aumento na idade média dos graduandos

#mundoacademico

Em vigor há cinco anos, a Lei de Cotas, que institui reserva para alunos de escolas públicas, além de negros, pardos e indígenas, nas universidades e institutos federais, democratizou o ensino superior brasileiro. A pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Instituições Federais de Ensino Superior Brasileiras, da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), comprovou que, após a legislação, o perfil socioeconômico e cultural dos estudantes mudou. Cresceu o número de alunos pretos e pardos e de famílias de baixa renda, e houve aumento na idade média dos graduandos.

O impacto das cotas na academia brasileira, tomando a Universidade Federal de Pernambuco como exemplo, foi tema de reportagem especial publicada na Superedição do Diario no último fim de semana. A matéria traz exemplos como o do estudante Bruno Ulysses, 26, morador do Alto Santa Isabel, na Zona Norte do Recife, e primeiro de sua família a ingressar em uma universidade federal.

A quarta edição do levantamento sobre o tema, realizado pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assuntos Comunitários e Estudantis (Fonaprace) aponta três fatores para a mudança de perfil: a alteração do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), em 2009, quando ganhou caráter de vestibular, a adesão das instituições ao Sistema de Seleção Unificado (Sisu), e a Lei de Cotas, em vigor desde 2013.

A diversidade racial da população universitária, em comparação aos brasileiros em geral, é um dos indicadores. Em 2003, 51,96% da população nacional se autodeclarava branca. Nas instituições de ensino superior, essa porcentagem era de 59,4%. Os pardos representavam 41,47% da população do Brasil, mas só 28,3% dos estudantes se identificavam assim. Em 2014, 45,05% dos brasileiros se declararam pardos. Nas universidades, essa população representava, em 2016, 37,75%. Houve aproximação dos dois índices.

Em entrevista ao Diario, o professor de Antropologia da Universidade de Brasília e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa do CNPq, José Jorge Carvalho, considerado um dos maiores especialistas no assunto, explica que a nova legislação foi a maior mudança na universidade brasileira em um século, pois levará, consequentemente, a uma presença crescente de negros na pesquisa e na vida intelectual em geral.

Ele também defende uma investigação criteriosa das fraude, que, ao seu ver, acontecem há bastante tempo, e a implantação de comissões que apliquem o chamado conceito da autodeclaração confrontada, quando o candidato faz sua autodeclaração, mas deve se apresentar diante da comissão, de que validará ou não a candidatura.

Como o senhor avalia os primeiros cinco anos da aplicação da Lei de Cotas?
Esses cinco anos consolidaram as cotas em todas as universidades federais. Todas elas deixaram de ser instituições brancas, a serviço exclusivo da nossa elite social e econômica e passaram a ser agora universidades populares, negras e com indígenas. Considero que foi a maior transformação do nosso mundo acadêmico em 100 anos.

Qual o impacto da oportunidade de acesso à universidade na vida dos cotistas a médio e longo prazos?
A médio e longo prazos, teremos uma mudança no perfil das profissões que exigem ensino superior, tais como medicina, direito, odontologia, engenharias, comunicação, arquitetura, que, até o ano 2000 eram praticamente profissões exclusivas de brancos, da classe média e da elite. Com a subsequente ocupação negra da pós-graduação, haverá também uma presença crescente de negros na pesquisa e na vida intelectual letrada em geral.

É possível falar também das consequências dessa política para a sociedade brasileira como um todo?
Para o país como um todo, acredito que o impacto será dramático, pois a nossa sociedade racista será desafiada pela nova geração de negros universitários, expondo a violência do racismo, por um lado, e refazendo, por outro, a narrativa de nação dominante, incluindo no discurso branco elitista o discurso do Brasil negro, do Brasil indígena, do Brasil quilombola, do Brasil do campo. Lembramos que a UFPE sempre perpetuou a ideologia da mestiçagem e da democracia racial formulada por Gilberto Freyre, utilizando-a para não enfrentar o seu racismo institucional e, paralelamente, como uma reação contra as cotas raciais, que somente foram implementadas quando a Lei Federal forçou-a a fazê-lo.

Por que há tantos registros de fraudes ao sistema de cotas raciais nas universidades brasileiras?
As fraudes foram detectadas já em 2003 e 2004 (quando universidades passarama adotar cotas por conta própria). Naquele momento, as pioneiras, como a Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Estadual da Bahia (UNEB) e Universidade de Brasília (UnB) ficaram temerosas de enfrentar o problema, dada a reação feroz da mídia e de parte da elite intelectual que atacava as cotas. Os fraudadores perceberam a falta de reação institucional e continuaram roubando vagas de cotistas negros. Acredito que o número de fraudadores aumentou dramaticamente a partir de 2013, uma vez que a Lei Federal de cotas prevê apenas a autodeclaração, o que é um absurdo. Na prática, instalou-se definitivamente a impunidade das cotas nas 63 universidades federais. O quadro de fraudes que estamos acompanhando pelo INCT de Inclusão a partir da UnB é gravíssimo e demonstra a indiferença ou o imobilismo das administrações das universidades diante dessa usurpação descarada das vagas de cotas destinadas à juventude negra.

Como coibir isso?
Em primeiro lugar, é preciso identificar e denunciar todos os fraudadores brancos que estão cursando nas federais no lugar de negros e abrir inquéritos para retirá-los e realocar suas vagas para os negros cotistas que ficaram de fora por sua causa. Denúncias têm sido feitas pelos coletivos estudantis negros de várias universidades: o Coletivo Balanta, da Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Afronte e o Cara Preta, da UFPE, o Ação e Justiça Antirracista (AJA) da UnB, e outros da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), entre tantos.

O que a UFPE pode fazer?
É preciso que a UFPE, como todas, instale imediatamente uma Comissão de Ações Afirmativas que se dedique a gerir a política de cotas e instituir, como seu atributo, uma Comissão de Verificação, para que todos os cotistas possam ser entrevistados e os fraudadores, tanto do fenótipo quanto da declaração de renda, finalmente detectados e devidamente punidos.

Como funcionaria o sistema da autodeclaração confrontada nas universidades?
Já em 2004 eu defendi, na UnB, o sistema da autodeclaração confrontada: o candidato faz sua autodeclaração, mas ela não pode ser incondicional. Ele deve se apresentar diante da Comissão de Verificação que validará ou não sua candidatura a partir de uma observação de seu fenótipo e da sua justificativa por haver se declarado negro. A Lei Federal das Cotas de 2012 prevê apenas a autodeclaração, porém não proíbe as universidades de instalar mesas de verificação. A Lei de Cotas no Serviço Público, de 2014, prevê a heteroidentificação, que também é insuficiente, pois os casos fronteiriços, em geral dos pardos, devem ser resolvidos na entrevista, quando a comissão compara a sua heteroidentificação com a autodeclaração do candidato em presença. A autodeclaração confrontada é a síntese dialética da autodeclaração com a heteroidentificação: se o candidato se declara negro, a comunidade negra tem o direito de saber que fenótipo tem essa pessoa que ocupará uma vaga de cotas destinada aos estudantes negros. A autodeclaração confrontada certamente inibirá as fraudes escandalosas que estão ocorrendo em todas as universidades federais.

Como seriam compostas as comissões?
Obviamente, a Comissão de Verificação deverá ter uma maioria de negros e pelo menos um branco, sendo todas as pessoas comprometidas com as cotas e com a luta antirracista em geral, estando aberta a estudantes, docentes, técnicos e ativistas do movimento negro. Esperamos que a UFPE instale imediatamente a sua Comissão de Verificação e retire as vagas dos fraudadores detectados, além de puni-los para evitar futuras fraudes.

Saiba mais:
Como funciona o sistema de cotas:
A Lei Federal 12.711, de 2012, conhecida como Lei de Cotas, determina que universidades e institutos federais reservem metade de suas vagas. A reserva é para cursos de graduação e voltada a estudantes de escolas públicas
50% de vagas são reservadas, a partir dos seguintes critérios: rede de ensino, renda familiar, cor e raça e deficiência. As vagas reservadas são destinadas, em sua totalidade, a candidatos que cursaram todos os anos o ensino médio em escola pública
25% do total de vagas oferecidas são destinadas a candidatos provenientes de famílias com renda igual ou inferior a 1,5 salário mínimo per capita.
5,5 milhões de pernambucanos se declararam pardos
3 milhões se disseram brancos
766 mil pretos
39 mil indígenas
22 mil amarelos
Caso não haja candidatos suficientes para preencher a cota racial, as vagas podem ser disputadas por candidatos que não se encaixam no critério de cor e raça, mas são de escolas públicas

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*** Segue links de alguns grupos no Whatsapp para estudantes de diversas áreas.

Esses grupos são para compartilhamento de materiais acadêmicos e dicas de estudos.

Para entrar no grupo basta escolher seu curso e clicar no link correspondente.

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Estudantes do ENEM e Vestibulares: https://chat.whatsapp.com/5gQyKdBi4LACa6ZiC8KdU1

Estudantes de Administração: https://chat.whatsapp.com/KQ104A0sDe95C0Ul8jy4rq

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Estudantes de Pedagogia: https://chat.whatsapp.com/3CvrMu1WWlSL7DufXUd0Fa

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Estudantes de Direito 1: https://chat.whatsapp.com/6snPr2aUKyaGWViCzhsz25

Estudantes de Medicina: https://chat.whatsapp.com/H9kB29WkyT3HkRLgTbvW1Y

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Sisu tem mais de 2 milhões de inscritos para vagas em universidades públicas



A primeira edição de 2018 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) teve 2,11 milhões de estudantes inscritos. O total de inscrições chegou a 4,12 milhões, pois cada participante pode fazer até duas opções de curso.

Os números são menores que no ano passado, quando foram registrados 2,49 milhões de inscritos e 4,88 milhões de inscrições. No entanto, o número de vagas de graduação oferecidas neste ano em universidades públicas por meio do Sisu registrou um recorde, com 239,3 mil vagas em 130 instituições.

Do total de vagas ofertadas, 103,9 mil foram destinadas para a Lei de Cotas e 17,3 mil para as ações afirmativas próprias das instituições de ensino superior. Do total de inscritos, 58,2% são do sexo feminino e 41,8%, do masculino.

Instituições
Das 130 instituições que participam do Sisu, 30 são instituições públicas estaduais (um centro universitário, sete faculdades e 22 universidades) e 100 são públicas federais: dois centros de educação tecnológica, uma faculdade, 61 universidades e 36 institutos federais de educação, ciência e tecnologia.

Os cursos com os maiores números de inscrições em todo o país foram medicina (235.508), administração (221.413) e direito (218.470).

O estado com o maior número de inscritos foi Minas Gerais (538.530), com 30.336 vagas. O Rio de Janeiro aparece na sequência, com 332.497 inscritos e 16.762 vagas. A Universidade Federal de Minas Gerias (UFMG) ficou no topo das instituições de ensino, com 155.386 inscrições, seguida pela Universidade Federal do Ceará (UFCE), com 145.638 inscrições.

O Sisu é o ambiente virtual criado pelo MEC para selecionar estudantes para vagas em instituições públicas de educação superior com base nas notas registradas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Podem concorrer todos os que fizeram as provas de 2017 do Enem e obtiveram nota acima de zero na redação.

Ver artigo original: http://snip.ly/0p9y5

Sisu tem mais de 2 milhões de inscritos para vagas em universidades públicas - Massa News

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DATAS DO ENEM 2018

Provas do Enem 2018 também serão aplicadas em dois domingos consecutivos

As datas do Enem 2018 já foram anunciadas pelo Ministério da Educação (MEC).

O primeiro evento é o lançamento do edital com as regras do exame, que está previsto para sair no dia 21 de março.

As inscrições para o Enem 2018, como de praxe, serão em maio. Pelo segundo ano seguido, as provas do Enem serão aplicadas em dois domingos no mês de novembro. Já o resultado deve sair em janeiro de 2019.

Saiba quem pode fazer o Enem 2018
Veja as datas do Enem 2018!
Edital do Enem 2018: 21 de março
Prazo para justificar ausência no Enem 2017: 2 e 11 de abril
Inscrições Enem 2018: 7 a 18 de maio
Cartão do Enem 2018: outubro
Provas do Enem 2018: 4 e 11 de novembro
Resultado do Enem 2018: janeiro de 2019

Além das datas do Enem 2018, os participantes precisam ficar atentos aos horários das provas. Os portões dos locais de provas fecham, pontualmente, às 13h no horário oficial de Brasília. Isso significa que os estudantes dos estados fora do fuso horário de Brasília iniciam as provas mais cedo.
Vale ressaltar que em 2018 o horário de verão começa exatamente no primeiro dia de provas do Enem 2018, ou seja, 4 de novembro.

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Divulgados os selecionados no Pré-Enem
Candidatos devem realizar matrícula entre os dias 13 e 15 de março

A Coordenadoria do curso Pré-Enem do campus de Fortaleza acaba de divulgar a lista dos selecionados para o ano de 2018. Ao todo foram selecionados 41 estudantes da comunidade (público externo) e 10 oriundos dos cursos técnicos integrados ao ensino médio do campus de Fortaleza.

Os selecionados deverão realizar a matrícula entre os dias 13 e 15 de março na recepção central do campus (Avenida Treze de Maio, 2081 - Benfica) das 7h30 às 20h, apresentando a ficha de matrícula (disponível na recepção) e a documentação prevista em edital.

Os candidatos que não realizarem a confirmação de matrícula perderão a vaga, e serão chamados os classificáveis. Mais informações pelo telefone (85) 3307-3635.
Confira a lista dos classificados no

http://ifce.edu.br/fortaleza/noticias/divulgados-os-selecionados-no-pre-enem/lista-de-selecionados-no-pre-1.pdf

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UEAP está com inscrições abertas para Vestibular 2018 via Enem
Instituição oferece neste processo seletivo 550 vagas em 11 cursos de graduação

Participantes do Enem de 2016 e 2017 podem se inscrever no Vestibular 2018 da Universidade do Estado do Amapá (UEAP) até o dia 25 de março. Não é cobrada taxa.

Inscreva-se Vestibular UEAP 2018 via Enem : http://www.processoseletivo.ap.gov.br

O processo seletivo oferece 550 vagas distribuídas em 11 opções de cursos de graduação.

Há oportunidades reservadas para candidatos egressos da rede pública de ensino, afrodescendentes, indígenas e pessoas com deficiência.

Fonte: https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/ueap-esta-com-inscricoes-abertas-para-vestibular-2018-via-enem/342275.html

PROCESSO SELETIVO

www.processoseletivo.ap.gov.br
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Temas mais cobrados no Enem - estatísticas

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10 conteúdos mais cobrados em Matemática na prova do Enem

#enem2018

Entre as disciplinas mais temidas pelos estudantes, a matemática, acreditem, precisa de muita interpretação de texto na prova do Enem. É o que diz Larissa Calazans, professora de matemática do Stoodi, afirmando que, de forma geral, os conteúdos são cobrados de maneira contextualizada.

—A dica para um bom desempenho na prova é revisar os principais temas, resolvendo exercícios contextualizados, dando uma atenção especial àqueles que envolvem leitura e interpretação de gráficos. A prova do Enem exige do candidato muita leitura, além da execução de muitos cálculos.


A convite do EXTRA, ela listou os dez assuntos mais recorrentes na prova de matemática do exame.

1. Razão e proporção

A prova do Enem costuma apresentar mais de uma questão sobre esse conteúdo, sempre de forma contextualizada. Em 2017, por exemplo, 7 questões abordaram a ideia de razão e proporção entre grandezas. Se o aluno não se lembra desse tópico, ele nada mais é que a divisão entre as duas grandezas. Mas o Enem não para por aí, geralmente os exercícios pedem para o aluno determinar a razão e comparar o resultado obtido.

2. Regra de três

Esse é um dos tópicos mais famosos da Matemática e que serve de recurso para a resolução de exercícios em outras disciplinas. Não é possível mandar bem nesse caderno dominando apenas os conhecimentos de regra de três. Porém, eles serão necessários e ajudarão o aluno somar pontos preciosos ao final da nota. Ao revisar essa matéria, o aluno vai notar como se faz relação entre grandezas proporcionais.

3. Leitura e interpretação de gráficos

Muitas questões apresentam gráficos que retratam uma situação explorada no enunciado. Então, para resolver o problema, é preciso que o aluno compreenda tanto o enunciado, quanto o gráfico. Os gráficos que mais aparecem são os de barras, de setor e de segmento. Pode acontecer, por exemplo, de o exercício ser sobre porcentagem e exigir do candidato a compreensão dos dados em um gráfico. Além disso, essa habilidade vai ser exigida em outras disciplinas como geografia, biologia etc. Se o aluno nunca interpretou um gráfico antes, algumas dicas: preste muita atenção no título; veja quais informações dizem respeito a cada eixo; procure os dados apresentados no enunciado (e seus possíveis desdobramentos); e verifique a escala.

4. Estatística

O foco do estudo deve ser em questões que abordam média aritmética, mediana e moda. Na maioria das vezes, esse assunto vem acompanhado de gráficos, então, mais uma vez, é importante que o aluno não deixe de resolver questões que envolvam a leitura e interpretação de gráficos.

5. Porcentagem

A porcentagem também é um tema bastante recorrente no Enem, principalmente porque não precisa ser apresentado de forma isolada nas questões. É bastante comum, por exemplo, aparecer exercícios relacionados a preços, taxas, indicadores de população, economia, entre outros e exigir cálculo de porcentagens. Dica: o aluno deve lembrar que o cálculo da porcentagem é sempre feito sob um determinado valor. Por isso, fique muito atento ao enunciado para descobrir o valor sob o qual deve-se calcular a porcentagem.

6. Funções

É um tema bem abrangente para ser estudo. O ideal é que o aluno foque em três temas: teoria das funções – aqueles probleminhas em que é preciso substituir valores, como por exemplo a corrida de um táxi ou o aluguel de um carro em uma locadora; funções do 1o grau – não se pode deixar de estudar o comportamento do gráfico de uma função do 1o grau; função do 2o grau – principalmente exercícios que envolvam a ideia de máximo e mínimo.

7. Análise Combinatória

Essa área da matemática é responsável por determinar possibilidades. O aluno pode se deparar com questões desse tema de maneira contextualizada nos mais diferentes assuntos, como formação de times, resultados e colocação em pódios, entre outros. É importante ficar bem clara a distinção entre permutação, arranjo e combinação.

8. Probabilidade

Esse assunto gera insegurança na maioria dos alunos, principalmente se acompanhado da análise combinatória. Para evitar isso, o estudante precisa praticar – e muito – exercícios que envolvem esse assunto.

9. Geometria plana

A Geometria Plana também se faz presente no Enem, principalmente quando falamos sobre áreas de triângulos, círculos, quadrados, trapézios, entre outros. Os problemas que envolvem esse tema, de forma geral, são contextualizados. É preciso analisar o enunciado completo para resolver a questão.

10. Geometria espacial

Quando falamos de Geometria Espacial, grande parte das perguntas da prova pede para determinar o volume de prismas, pirâmides, cones, esferas e cilindros. É bastante comum os termos “volume” e “capacidade” serem apresentados como sinônimos no caderno de Matemática e suas Tecnologias.

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Eniac lança curso preparatório gratuito para o ENEM 2018

#enem2018

rograma é oferecido em plataforma online que permite aos candidatos estudar a qualquer hora e lugar, e inclui também aulas e plantões de dúvida presenciais

Preocupado em aplicar estratégias que capacitem ainda mais os alunos e a comunidade, o Colégio Eniac lança o Curso Preparatório ENEM. O programa é gratuito, aberto ao público geral e pode ser feito nas modalidades EaD e híbrida. A EaD é totalmente à distância, enquanto a modalidade híbrida também disponibiliza aulas que os alunos podem assistir presencialmente na sede do Eniac, em Guarulhos.

As atividades previstas no programa podem ser realizadas até a data de aplicação das provas do ENEM (4 e 11 de novembro de 2018). “Uma das grandes vantagens do programa é que o curso pode ser consumido de acordo com o ritmo do próprio aluno. Como o curso é gratuito e pode ser acompanhado à distância, o único pré-requisito para participar é que o aluno tenha acesso à internet e a um aparelho remoto”, explica Caio Fernando Oliveira, professor e coordenador do Colégio Eniac.

A iniciativa faz parte do braço solidário do Grupo Eniac, intitulado Eniac Solidário, que consiste em uma estratégia para promover a educação como instrumento de transformação do mundo e engloba diversas iniciativas que aproximam a instituição e a comunidade. “O que nos motivou a criar o programa foi a necessidade de refletir sobre os temas cobrados em vestibular de maneira mais profunda, oferecendo também a candidatos externos ao Colégio Eniac estratégias idênticas às que usamos em sala de aula”, comenta Caio.

O conteúdo online é composto por vídeos, textos, gráficos e links que orientam o aluno ao longo do plano de estudos. Além disso, são oferecidos exercícios simulados que podem ser realizados para medir o progresso dos alunos. Os temas dos cursos são subdivididos de acordo com as áreas de conhecimento do ENEM: Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Linguagens e Códigos e Matemática.

O Preparatório ENEM do Eniac oferece, ainda, aulas presenciais vespertinas de todas as matérias, que ocorrerão de segunda a quinta-feira, de acordo com o planejamento que os alunos receberão, além de plantões de dúvidas durante o ano todo. Para participar, os alunos devem se inscrever através do site do Eniac e comparecer no horário marcado. Às sextas-feiras, serão promovidos os Master Classes, palestras ministradas por especialistas convidados abordando assuntos dos grandes vestibulares.

As inscrições para o Preparatório ENEM e para o Master Class devem ser feitas pelo site: https://www.eniac.com.br/eventos/. Mais informações podem ser obtidas por telefone (11) 2472-5500 ou por WhatsApp (11) 97079-6191.

SOBRE O ENIAC
Fundado em 1985 como escola técnica, ao oferecer cursos na área de microinformática, o Eniac é uma instituição de ensino que tem como premissa utilizar a inovação tecnológica a serviço da aprendizagem. Atua na educação básica e ensino técnico profissionalizante, passando pelo ensino médio integrado ao técnico. Desde 2002 atua no ensino superior, quando fundou a Faculdade Eniac, que proporciona aos alunos aprendizado dinâmico, independente e adaptado à realidade contemporânea. Em 2016 foi reconhecida pelo MEC como Centro Universitário.

O Grupo Eniac tem como missão educar e formar cidadãos para obter sucesso na vida, sendo competentes no mercado de trabalho e responsáveis com o meio ambiente. Recentemente, firmou parceria e se tornou case da Google e da Amazon Web Services (AWS), consolidando-se como uma referência em tecnologia e inovação na educação básica e superior no Brasil. Em seu campus, localizado na cidade de Guarulhos (SP), trabalham cerca de 450 colaboradores, entre docentes e profissionais responsáveis por questões administrativas.

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6 aplicativos que ajudam a aprender matemática

#enem2018

Questões de vestibular e Enem, Ensino Médio e até cálculo avançado são trabalhados pelos apps. Bora conhecê-los?

Só de ouvir falar em trigonometria, álgebra, geometria, progressão aritmética ou até a simples menção de Ciências Exatas já intimidam e causam arrepios em muitos estudantes. Mas a verdade é que não dá para ignorar a Matemática. Principalmente para aqueles que querem se dar bem nas provas do Enem e vestibulares. Ir mal nas avaliações dessa disciplina compromete o resultado final e, consequentemente, a sua entrada no ensino superior. Mas esse receio com a matéria pode ser ultrapassado com o apoio de vários aplicativos sensacionais, que foram desenvolvidos especialmente para acabar com o mito de que os números são um bicho de sete cabeças.

De forma bem dinâmica e divertida, estes apps foram criados exatamente para ajudar os estudantes a ultrapassarem as dificuldades com as contas. Com vários tipos de metodologias, os serviços cobrem tanto questões de vestibular e Enem, como até o mais complexo cálculo avançado. A única dificuldade será descobrir qual o aplicativo ideal para você! Por isso, não perca mais tempo e confira a lista com os 6 apps ideais para aprender matemática:

1. MyScript Calculator

Este é o app ideal para quem procura montar uma equação e ter a resposta dela num abrir e piscar de olhos. Além disso, o aplicativo permite escrever uma conta à mão diretamente na tela do seu smartphone. O serviço também abrange temas como trigonometria, logaritmos e operações básicas. Está disponível para Android e Iphone.

2. Photomath
Através da câmera do celular, o app digitaliza o problema matemático desejado e, em questões de segundos, a resposta aparece detalhada na tela. No que diz respeito ao conteúdo, o aplicativo aborda do mais básico aos temas mais complexos. Também está disponível para Android e iPhone.

3. Graphing Calculator – Algeo / Analyze Functions
Como o nome já indica, o app torna possível inserir uma função matemática e, em tempo real, ter acesso ao gráfico correspondente. Ideal para as disciplinas de Física e Química. Só está disponível para Android.

4. WolframAlpha
Este app promete gerar estatísticas sobre tudo. Isto é, como tem acesso a uma base de dados grutesca, o aplicativo é a chave para problemas de Matemática aplicada e até Astronomia. Disponível em sistemas operativos Android e iOS.

5. MathYou
O MathYou é super indicado para aqueles que frequentam o ensino básico e faculdade. O app tira dúvidas sobre determinado assunto e ainda sugere questões para os estudantes treinarem. Apenas disponível para iPhone.
6. iMathematics

E por último mas não menos importante, o iMathematics foi considerado, pela revista Wired, um dos melhor aplicativos escolares. Com uma abrangência de até 70 assuntos da Matemática, no app é possível encontrar testes, explicações, definições, fórmulas, respostas detalhadas, e muito mais. Disponível em celulares Android e iOS.

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Matérias que mais caem no ENEM!

#enem2018

Já está disponível o edital do ENEM 2018 (Exame Nacional do Ensino Médio)!

O que significa que se você planeja garantir uma boa nota e uma vaga na universidade, é hora de dar início aos estudos!

Prepare-se com a Apostila ENEM 2018 + Curso Redação (GRÁTIS): https://centraldoaluno.com/post/3345_preparat%C3%B3rios-para-o-enem-e-vestibulares-e-concursos-enem2018-acervo-mais-comple.html

Evite o erro de deixar para começar os estudos na véspera da prova, pois como o conteúdo é extenso, o ideal é já se organizar para conseguir estudar todas as matérias.

Pensando nisso, a Nova Concursos traz um guia com as disciplinas mais cobradas na prova do ENEM.

O guia foi estruturado com base na prova de 2017 e os temas estão distribuídos por disciplinas.

Estrutura da Prova

Serão 180 questões compostas a partir de conteúdos referentes às disciplinas cursadas no ensino médio.

Elas deverão ser divididas em quatro grandes grupos: Linguagens, Códigos e suas tecnologias, Matemática e suas tecnologias, Ciências da Natureza e suas tecnologias e Ciências Humanas e suas tecnologias, cada caderno com 45 questões.

Como em 2017, o ENEM 2018 será aplicado em dois dias, sábado e domingo.

1º Dia (04/11): Duração de 05h30min

– Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa; Literatura; Língua Estrangeira – Inglês ou Espanhol; Artes; Educação Física; Tecnologias da Informação e Comunicação.

– Ciências Humanas e suas Tecnologias: História; Geografia; Filosofia; Sociologia.

– Redação

2º Dia (11/11): duração de 05h

– Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Química; Física; Biologia.

– Matemática e suas tecnologias: Matemática.

Os critérios de correção são de 0 a 200 pontos para cada área do conhecimento totalizando 1.000 pontos. E de 0 a 1.000 pontos para a prova de redação.

Matérias que mais caem no ENEM

No primeiro dia (04/11)

♦ Língua Portuguesa – A disciplina de língua portuguesa envolve temas como Interpretação de textos, Literatura, Gêneros textuais, Linguística e principalmente Gramática.

♦ Filosofia – Para as questões de Filosofia é importante estudar Ética e filosofia política, Teoria do conhecimento, A construção social da ciência, Cosmologia e Iluminismo.

♦ Sociologia – Já na Sociologia serão cobradas questões sobre Movimentos Socioculturais, Cultura, Trabalho, Política e Questões de Gênero e Diversidade Cultural.

♦ Geografia – Em Geografia as matérias que mais caem são Estrutura fundiária, Meio ambiente e paisagens, Urbanização e população, Geologia e Geopolítica.

♦ História – Recomendamos que os estudantes vejam temas sobre Brasil República, Idade Moderna, Idade Contemporânea, Brasil Império e Historiografia.

No segundo dia (11/11)

♦ Matemática – Estude Grandezas Proporcionais, Geometria Espacial, Aritmética, Funções e Estatística.

♦ Química – Importante que o estudante saiba sobre Meio Ambiente, Estequiometria, Equilíbrios Químicos, Química Orgânica e Eletroquímica.

♦ Física – As matérias mais cobradas são Mecânica, Eletricidade e Energia, Ondulatória, Termodinâmica, Óptica.

♦ Biologia – Em Biologia são cobradas questões sobre Ecologia, Citologia, Fisiologia, Microbiologia e Genética.

Pais de alunos que frequentaram o ensino particular com contrato simples.

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Segue link do Grupo do ENEM e Vestibulares 2018

Para entrar no grupo basta clicar no link

https://chat.whatsapp.com/8DhsSGskCJA7fCgRGV1uqB

Foco do grupo é o compartilhamento de informações e de materias acadêmicos com foco no ENEM e Vestibulares

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Sete assuntos mais cobrados na prova de Química do Enem

#enem2018

Composição da matéria, tabela periódica, reação química e até mesmo em questões relacionadas ao meio ambiente. São esses alguns dos conteúdos que os candidatos que farão o próximo Enem terão que estar atentos. Para Josineide Alves da Silva, professora de Química do Colégio Qi, a dificuldade dos alunos passa pelo entendimento dos textos que apresentam os problemas, já que a linguagem mais técnica está longe do vocabulário corriqueiro do aluno.

— Retirar os dados que serão necessários para a resolução de uma determinada questão também é um desafio para o estudante. Por isso, é importante se familiarizar com provas anteriores.

1. Cálculos Estequiométricos

Sendo de fundamental importância calcular as quantidades de reagentes e produtos numa reação química, o ENEM vem privilegiando questões deste assunto, relacionando-o a processos industriais. Fazendo um link com a dificuldade em encontrarmos na natureza substâncias com alto grau de pureza, bem como o problema prático de questões que dificultam um rendimento de 100%, ele propõe situações onde o estudante precisa trabalhar com estas duas vertentes. É importante fazer uma revisão do conceito de mol, ter cuidado com as unidades e uma leitura cuidadosa dos textos que envolvem as questões.

2. Eletroquímica

O uso cada vez maior de aparelhos portáteis como celulares, rádios, computadores, câmeras digitais, baterias de carro, entre outros, são exemplos do uso da energia elétrica obtida por meio de processos eletroquímicos. Entender estes fenômenos proporciona ao estudante fazer escolhas sobre o tipo de pilha mais adequado para determinada situação, como proteger determinado material ou produzir substâncias economicamente favoráveis. O estudante precisa estudar como ocorre o processo de transferência de elétrons (oxirredução) e se familiarizar com um vocabulário específico deste conteúdo. A análise dos valores dos potenciais padrão de redução é fundamental.

3. Reações Orgânicas

Assunto que não costuma ser o preferido pelos alunos dentro da Química Orgânica, principalmente em função da grande quantidade de reações químicas que existem. Vem sendo explorado pela banca em função da importância de obtenção de algumas substâncias importantes industrialmente, como no caso dos ésteres, usados como flavorizantes. Uma revisão em reações de adição, esterificação (e hidrólise), polimerização e nas reações de oxidação permite ao estudante uma percepção capaz de propor caminhos para reações que ele não tenha visto e que, por ventura, apareçam na prova.

4. Concentração das soluções

Fazer leitura das unidades, muito mais do que decorar as fórmulas que visam determinar a concentração das soluções, tem sido o objetivo de muitas questões. É necessário que o aluno faça conversão de unidades de volume e de massa, bem como a interpretação de dados. Comparar as diversas unidades de concentração e fazer análise de coleta de dados de uma determinada amostra também fazem parte deste conteúdo.

5. Funções da Química Inorgânica

Extremamente importante que o aluno identifique a função inorgânica dos compostos, bem como suas nomenclaturas. Ele será capaz de entender os fenômenos como efeito estufa, chuva ácida e outros, bem como entender as variações de pH de um determinado meio. Determinação de número de oxidação, estudo das propriedades dos elementos e as ligações químicas que os mesmos realizam são pré-requisitos para este assunto.

6. Termoquímica

Neste tópico é importante identificar os processos como endotérmicos ou exotérmicos. O aluno deve rever como calcular o calor liberado ou absorvido seja através de gráficos, pela Lei de Hess ou pelo calor de formação. O ENEM requer do candidato que analise valores de entalpia, relacione com os diversos aspectos dos combustíveis.

7. Funções Orgânicas

Fundamental para todo o eixo da Química Orgânica é reconhecer o grupo funcional e consequentemente a função química a que pertence determinado composto orgânico. Através deste reconhecimento é possível analisar o comportamento químico e as propriedades físicas dos compostos.

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20 anos de ENEM: O que mudou desde a criação da prova?

#enem2018

Exame idealizado para acompanhar o aprendizado dos estudantes que finalizaram o Ensino Médio passou a ser a maior prova de vestibular do Brasil

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) começou há 20 anos com o intuito de medir o nível de conhecimento dos alunos que terminaram o Ensino Médio, mas, com o decorrer dos anos, a prova foi assumindo novas funções.

Ao longo de sua história, o ENEM já foi usado para o ingresso em universidades públicas - pelo SiSU (Sistema de Seleção Unificada) - e particulares, para programas de bolsa de estudo, como o ProUni (Programa Universidade para Todos), para financiamento escolar por meio do Fies (Programa de Financiamento Estudantil), para oportunidades de intercâmbio de estudos fora do Brasil - pelo Ciências Sem Fronteiras - e até como Certificado de Conclusão do Ensino Médio para o EJA (Educação de Jovens e Adultos).

As diversas oportunidades aumentaram gradativamente a adesão à prova. Em 1998, no primeiro ano de aplicação, foram aproximadamente 157 mil inscritos e, no ano passado, mais de 6,5 milhões de alunos se cadastraram para realizar o exame. No início, cerca de 90 instituições usavam a classificação da prova como critério de s e l e ç ã o e, hoje, são por volta de 500.

O modelo das questões também sofreu modificações. Antes, eram cobradas 63 questões objetivas e uma redação em apenas um dia. Em 2009, houve a expansão para 180 questões distribuídas em dois dias. Atualmente, expandiu-se o tempo de duração em meia hora e, ao invés de dois dias seguidos, a prova é aplicada com uma semana de intervalo, ou seja, em domingos consecutivos.

O coordenador do Anglo, Madson Molina, avalia que o ENEM teve uma mudança de foco, já que hoje está consagrado como o maior exame de vestibular do país, e acrescenta: “Já faz um tempo que o ENEM está tendo uma melhora na qualidade das questões, do próprio estilo de aplicação da prova e nos critérios de segurança”, explica o educador no que se refere ao aumento da credibilidade perante a avaliação e o amadurecimento nesses 20 anos do Exame Nacional do Ensino Médio.

Solução Educacional Anglo (www.aquitemanglo.com.br%29 – Com mais de 67 anos de tradição, o Anglo conta com uma rede de mais de 700 escolas conveniadas em todo o país, que totalizam mais de 300 mil alunos. Oferece material estruturado da Educação Infantil ao Pré-Vestibular e possui uma metodologia voltada ao desenvolvimento da autonomia de estudos dos alunos. A proposta do Anglo oferece sólida formação de cultura geral e o desenvolvimento de habilidades voltadas à aplicação real dos conhecimentos. Ao final dos anos de escolaridade básica, essa proposta permite que os alunos ingressem nas melhores universidades do país através dos excelentes resultados nos vestibulares ou no ENEM.

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Pesquisa traça perfil de estudante universitário para formular políticas públicas

#mundoacademico

Está no ar a quinta edição da Pesquisa do Perfil Socioeconômico e Cultural dos Estudantes de Graduação das Universidades Federais, promovida pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e pelo Fórum Nacional de Pró-Reitores de Assistência Estudantil (Fonaprace).

Os dados são fundamentais por gerarem subsídios para políticas públicas e diagnóstico de como está constituído o corpo discente das universidades, com a finalidade de auxiliar, também, nas demandas de assistência estudantil.

Estudos anteriores, também realizados pela Andifes, mostram, por exemplo, a evolução do perfil dos graduandos, considerando os processos seletivos massivos, como o ENEM, a criação de mais de 300 campi no interior do País e a Lei de Cotas, criada em 2013, que garantiu o ingresso de 32% dos estudantes que compõem o corpo discente das 63 universidades federais brasileiras. O número de alunos negros quase triplicou de 2003 a 2014. Juntos, negros e pardos já representavam, há três anos, 47,5% do total de estudantes das universidades federais do Brasil.

Os outros levantamentos feitos pela associação mostram, ainda, que dois terços dos universitários têm origem em famílias com renda média de 1,5 salário mínimo. Os dados desmistificam a ideia de que os alunos de universidades públicas pertencem às camadas sociais com rendas altas.

Para participar da pesquisa: https://www.perfil.ufu.br/2018/questionario/

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REVIEW - Curso Profissão Estudante - cursos preparatorios para o enem e vestibulares | #dicasdeestudos #reviewdecursos

Oi, tudo bem? Estou aqui para te contar um pouco da minha história e quem sabe eu posso te ajudar nos seus estudos para você conseguir finalmente a aprovação no vestibular?

Eu sempre penso quando alguma coisa dá certo comigo, por que não compartilhar com os meus amigos, com o pessoal do curso que eu estudo?

Por isso, estou aqui! Entenda um pouquinho mais o que aconteceu comigo depois que eu conheci o curso Profissão Estudante.

Era o que estava faltando na minha vida!

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Filho de catadora de São Sepé comemora ingresso na faculdade

Mesmo diante das dificuldades da família, Francisco Bitencourt, 17 anos, conquistou vaga pelo Enem

Filho de catadora de São Sepé comemora ingresso na faculdade

Filho de catadora de São Sepé comemora ingresso na faculdade

Mesmo diante das dificuldades da família, Francisco Bitencourt, 17 anos, conquistou vaga pelo Enem
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A reforma do ensino médio e o abismo entre a escola e a universidade.

O distanciamento entre alunos de escolas públicas e universidades é um abismo. Nos vestibulares e Enem, que são provas complexas, são cobrados conhecimentos gerais, que na prática não são oferecidos para nós.

Veja agora mesmo: https://goo.gl/jSvt4z

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8 meses atrás - Traduzir

10 dicas para encarar a reta final de estudos.

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) está quase aí: contando a partir deste domingo (27), faltam 10 semanas para o primeiro dia de provas do exame, que neste ano será realizado nos dias 5 e 12 de novembro.

São pouco mais de dois meses até lá. O UOL conversou com professores que conhecem o dia a dia da preparação de alunos para a prova para saber: ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo? Dá para aprender conteúdo novo?

É melhor estudar o que já se sabe ou focar nos pontos fracos? Então segura a ansiedade e vem conferir 10 dicas de sobrevivência para essa reta final de estudos
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10 dicas para encarar a reta final de estudos

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7 meses atrás - Traduzir

APROVADO EM GEMOLOGIA, JOVEM É O 1º UNIVERSITÁRIO COM DOWN DA UFES


O estudante Rodolfo Pinheiro Bernardi, 25 anos, será o primeiro portador de Síndrome de Down da universidade



Surpresa, euforia, realização. Foi com esta mistura de sentimentos que a família do estudante Rodolfo Pinheiro Bernardi, 25 anos, recebeu a notícia de sua convocação para ingressar em uma vaga no curso de Gemologia, ofertado pela Ufes no campus de Goiabeiras.



Até aí, os sentimentos da família de Rodolfo são iguais aos das milhares de estudantes aprovados na Ufes. Mas a família de Rodolfo tem um motivo a mais para comemorar: o estudante será o primeiro da Universidade, portador de Síndrome de Down.



Segundo informações da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) e do Núcleo de Acessibilidade da Ufes (Naufes), não há registros anteriores de estudantes com Síndrome de Down na Universidade.



O estudante foi convocado na terceira chamada da lista de espera do processo seletivo Sisu/Ufes/2017/1, para ingresso nos cursos presenciais de graduação no segundo semestre de 2017 nos campi de Vitória e São Mateus. Sua matrícula foi realizada na última segunda-feira, 3, juntamente com os demais candidatos convocados.



Para a irmã do estudante, Paola Pinheiro Bernardi Primo, a aprovação de Rodolfo em sua primeira tentativa no processo seletivo deixou a família em êxtase: “Foi uma mistura de êxtase e surpresa. Ele sempre disse que queria estudar na Ufes e ele é muito determinado. Se acontecesse, seria ótimo, mas a gente entendia as limitações. Quando vimos a convocação, foi fantástico! Estamos muito felizes com a realização do sonho dele. Essa é a verdadeira inclusão e o Sisu tem proporcionado isso”, destaca.



Acessibilidade



Segundo dados do Naufes, a Universidade possui atualmente 158 estudantes com alguma deficiência (auditiva, visual, física, intelectual, múltiplas deficiências, autismo ou transtorno global de desenvolvimento) em seus diversos cursos.



Cabe à Universidade, por meio do Naufes, promover, coordenar e executar programas, políticas e ações voltadas para a mobilidade e acessibilidade, além de acompanhar e fiscalizar as políticas de inclusão, visando a garantia de ingresso, acesso, permanência e mobilidade no ambiente acadêmico. O Núcleo realiza o atendimento a esses estudantes, de acordo com as necessidades que eles apresentam.



ENTREVISTA



Ainda muito eufórico com a novidade, o futuro universitário Rodolfo Pinheiro Bernardi, 24, conversou com a reportagem. Ele contou que está ansioso para as aulas começarem e falou sobre os planos para o futuro.



Como foi fazer o Enem? Você teve o mesmo tempo que os outros candidatos



Tive o mesmo tempo que eles, e ainda sai antes de algumas pessoas terminarem.



Como se sentiu quando viu seu nome na lista dos aprovados?



Vibrei muito, pulei, peguei minha mãe no colo. Tinha hora que eu nem acreditava no que aconteceu.

Como se sente em ser o primeiro portador da Síndrome de Down a ingressar na Ufes?



É uma vitória muito grande. Me sinto feliz, honrado e alegre.



Acredita que sua história servirá de estímulo para outros portadores da Síndrome de Down buscarem seus sonhos?



Vou servir de inspiração para as pessoas saírem da zona de conforto. Síndrome de Down não é uma condição para imobilizar ninguém.



Já tinha prestado vestibular antes?



Não, foi a primeira tentativa. Conclui o ensino médio há dois anos e desde então nunca tinha tentado. Passava as tardes estudando para o Enem, sempre falei com minha mãe que entraria na Ufes.



Está ansioso para começar a estudar?



Muito. Quero aprender, conhecer gente nova e fazer novas amizades.



Quais são seus planos para o futuro?



Quero fazer Educação Física e Direito também, quero ser advogado como o meu irmão. Quero morar no Estados Unidos e aprender inglês.

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Tire suas dúvidas sobre o Enem 2018. | ##Dicas_de_estudos

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6 dicas comprovadas para você estudar para o Enem e como fazer plano de estudo com eficiência e uma redação nota 1000 | #Dicas_de_estudos

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Estrutura redação

Aprenda a Estrutura da Dissertação para arrasar na redação do ENEM e garantir sua nota 1000!

Uma redação deve ter um começo, um meio e um fim, e o nome técnico de sua estrutura é introdução,

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Pacote de video aulas - Revisão de matemática para o Enem com questões e exercícios resolvidos em vídeo 01

- Porcentagem
- Razão e proporção
- Escalas
- Multilos e divisores
PA e PG

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Pacote de video aulas - Revisão de matemática para o Enem com questões e exercícios resolvidos em vídeo 02

- Equação do 1º grau e função Afim
- Potencial, exponencial e logaritmo
- Juros simples e composto

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Pacote de vídeo aulas - Revisão de matemática para o Enem com questões e exercícios resolvidos em vídeo 03.

- Geometria espacial
- Geometria plana

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Pacote de vídeo aulas - Revisão de matemática para o Enem com questões e exercícios resolvidos em vídeo 04

- Análise combinatória
- Estatistica
- Probabilidade

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Pacote de video aulas - Revisão de matemática para o Enem com questões e exercícios resolvidos em vídeo 01

- Porcentagem
- Razão e proporção
- Escalas
- Multilos e divisores
- PA e PG

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Bolsas para graduação e mestrado no Politécnico de Leiria, em Portugal

#mundoacademico

Além de aceitar o ENEM nos processos de candidatura, o IPLeira está oferecendo bolsas parciais para graduação e mestrado. Confira!

Instituição pública de ensino superior, o Politécnico de Leiria – IPLeiria iniciou suas atividades em 1980. Com cinco campi localizados nas cidades de Leiria (Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Escola Superior de Tecnologia e Gestão e Escola Superior de Saúde), Caldas da Rainha (Escola Superior de Artes e Design) e Peniche (Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar), o instituto tem 11 mil alunos.

Oferece diversos programas de graduação e mestrado em Educação e Ciências Sociais, Tecnologia e Engenharia, Artes e Design, Turismo, Saúde e Esportes, e Ciências Empresariais e Jurídicas.

Este ano, estudantes internacionais que se candidatarem ao IPLeiria, poderão concorrer a uma bolsa parcial com a qual a taxa anual do curso de licenciatura ou mestrado será reduzida em 50%.

>> Três tipos de bolsas estão sendo oferecidas:

1. Bolsas de Mérito

Reduzem as taxas anuais a valores inferiores aos fixados para estudantes internacionais (50%). Para concorrer à isenção de matrícula participe do concurso oferecido pela Sqore, e receba uma isenção de 500 euros. Saiba mais AQUI.

A bolsa é destinada a estudantes internacionais com média igual ou superior a 14 valores (em uma escala de zero a vinte).

Candidatos à licenciatura (a graduação em Portugal) devem preencher o formulário de candidatura e apresentar o diploma de conclusão do ensino médio, histórico escolar e os resultados do ENEM. Candidatos aos programas de mestrado devem apresentar o diploma de conclusão da graduação e histórico escolar.

A manutenção da Bolsa de Mérito dependerá do sucesso acadêmico do estudante.

2. Bolsas de Cooperação para o Desenvolvimento

Reduzem as taxas fixadas para os estudantes internacionais em 50%, isentando o aluno do pagamento de matrícula.

Estudantes oriundos de países de língua oficial portuguesa podem concorrer.

Candidatos à licenciatura (a graduação em Portugal) devem preencher o formulário de candidatura e apresentar o diploma de conclusão do ensino médio, histórico escolar e os resultados do ENEM. Candidatos aos programas de mestrado devem apresentar o diploma de conclusão da graduação e histórico escolar.

A manutenção da Bolsa de Cooperação para o Desenvolvimento Mérito nos anos letivos subsequentes, dependerá do sucesso acadêmico do estudante – conclusão do ciclo de estudos dentro do período da sua duração normal levando em consideração as regras de inscrição, avaliação e transição de ano.

3. Bolsas + Tecnologia

Reduzem as taxas fixadas para os estudantes internacionais em 50% e isentam o pagamento de matrícula.

A bolsa é aberta a todos os estudantes internacionais que desejam fazer uma graduação em Biotecnologia, Engenharia Alimentar, Engenharia da Energia e do Ambiente, Engenharia e Gestão Industrial ou Engenharia Civil no IPLeiria.

Para concorrer, candidatos devem preencher o formulário de candidatura, e anexar uma carta de motivação (de no máximo 1000 caracteres) sobre o tema “Acredito que a candidatura a este curso me vá….”. As Bolsas + Tecnologia serão atribuídas com base na seleção das melhores cartas de motivação.

A manutenção destas nos anos letivos subsequentes, também dependerá do sucesso acadêmico do estudante – conclusão do ciclo de estudos dentro do período da sua duração normal levando em consideração as regras de inscrição, avaliação e transição de ano.

> Períodos para candidatura:

Graduação

IPLeiria - Datas para candidatura à graduação

Mestrado

IPLeiria - Datas para candidatura ao mestrado

Confira a página do IPLeiria criada exclusivamente para alunos brasileiros AQUI.

Saiba todos os detalhes sobre as candidaturas para graduação no IPLeira AQUI e para mestrado AQUI. Acesse o Portal de Candidaturas e faça sua inscrição!

Ver post original: http://snip.ly/4yenz

Bolsas para graduação e mestrado no Politécnico de Leiria, em Portugal - CENTRAL DO ALUNO

Bolsas para graduação e mestrado no Politécnico de Leiria, em Portugal - CENTRAL DO ALUNO

Além de aceitar o ENEM nos processos de candidatura, o IPLeira está oferecendo bolsas parciais para graduação e mestrado.

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Como justificar a ausência no Enem

#enem2018

Em 2018, estudantes que conseguiram isenção no Enem 2017, mas não compareceram, devem apresentar justificativa para conseguir o benefício novamente.

Os estudantes que conseguiram a isenção da taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, mas não compareceram às provas, podem solicitar nova isenção no Enem 2018, desde que justifique a ausência. Para isso, o candidato deve ficar atento ao prazo de isenção, que este ano é entre 2 e 15 de abril.

A justificativa de ausência deve ser feita na mesma página em que são realizados os pedidos de isenção do Enem, na Página do Participante.
https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/como-conseguir-isencao-taxa-inscricao-enem.htm

Será necessário validar os dados pessoais, informando CPF, data de nascimento e endereço. Em caso de divergência de informações, o candidato deve entrar em contato com Inep por telefone.
Saber mais sobre o ENEM 2018: https://vestibular.brasilescola.uol.com.br/enem/enem-2018.htm

Isenção no Enem – como conseguir isenção da taxa de inscrição - CENTRAL DO ALUNO

Isenção no Enem – como conseguir isenção da taxa de inscrição - CENTRAL DO ALUNO

Estudantes do 3º ano do ensino médio de escolas públicas e pessoas carentes têm direito a isenção da taxa de inscrição do Enem. Saiba como solicitar.

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Cursinho gratuito pré-vestibular e Enem da UTFPR está com inscrições abertas

#enem2018

Estão abertas as inscrições para o "Cursinho Comunitário Feldman - Enem e Vestibular" da UTFPR-LD (Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Londrina). Esta será a segunda turma do cursinho, que está com 50 vagas abertas para alunos de escolas públicas de Londrina e região. As inscrições seguem até 28 de março ou até o número máximo de 200 inscrições ser completado.

O cursinho é oferecido pela Direc (Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias) juntamente com a Comissão do Cursinho Feldman. As inscrições devem ser realizadas diretamente no site da UTFPR neste link.

É preciso informar os dados pessoais, grau de escolaridade, formação acadêmica, caso houver, entre outras informações. Para completar a inscrição, será gerado um boleto no valor de R$ 20 referente à taxa de inscrição. Esta taxa ajuda nas despesas com material utilizado no processo seletivo e material para o cursinho. Conforme o edital do cursinho, o boleto terá a validade de dois dias para pagamento. O não pagamento até a data de vencimento implica na perda da inscrição.


Para poder participar é preciso ter cursado todo o ensino médio na escola pública ou estar cursando o terceiro ano do ensino médio em escola pública, sendo que os demais anos também devem ter sido cursados em escola pública. Além disso, o edital informa que outro requisito é não possuir graduação anterior.

A primeira fase do processo seletivo será em 7 de abril, às 13h30, no Bloco K da UTFPR-LD. Neste dia, serão avaliados os conhecimentos básicos e gerais sobre conteúdos e temas das disciplinas do ensino médio. Serão 33 questões objetivas de múltipla escolha. Já a segunda fase, vai ser realizada conforme a análise dos documentos que comprovem que o aluno cursou ou está cursando integralmente o ensino médio em escola pública. A lista de aprovados nas duas fases será divulgada no site da Direc.

Ver post original: http://snip.ly/fcwem

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Universidade de Portugal dá bolsas de estudo e aceita Enem

#enem2018


Instituto Politécnico de Leiria admite a nota do Exame Nacional do Ensino Médio e oferece bolsas de 50% para brasileiros

Cada vez fica mais fácil estudar fora do país utilizando a nota do Enem. Mais de 20 universidades portuguesas estão adotando um processo seletivo facilitado para brasileiros. Além da candidatura, bolsas de estudos estão sendo disponibilizadas nas melhores instituições de ensino de Portugal. É o caso do Instituto Politécnico de Leiria, que está com inscrições abertas para seus cursos de pós-graduação e graduação.

Para todos, há possibilidade de bolsa de 50% no valor total da anuidade – que já é significativamente mais baixo do que as taxas de outros países europeus.

Como funcionam as bolsas
A anuidade dos cursos é de 3 mil euros (nas áreas de educação, ciências sociais, administração, tecnologia, artes, design e turismo) e 4 mil euros nos cursos na área da saúde.

MAIS SOBRE O ASSUNTO
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Com as bolsas de 50%, os valores caem para 1,5 e 2 mil euros anuais. O Instituto Politécnico de Leiria possui uma página dedicada a estudantes brasileiros, na qual é possível acessar detalhes sobre o processo de candidatura às vagas nas universidades e informações sobre vida e custos de manutenção em Portugal.
Há três possibilidades de bolsas: bolsa mérito, bolsa de cooperação para o desenvolvimento – direcionada apenas a candidatos de países de língua portuguesa – e bolsa de tecnologia – disponível somente para candidatos dos programas biotecnologia, engenharia da energia e do ambiente, engenharia e gestão industrial e engenharia civil. O estudante pode se inscrever para as três, mas elas não são cumulativas.

Inscrições
Para se inscrever, é preciso submeter seu histórico acadêmico e profissional (no caso de pós-graduação). Confira aqui os detalhes de cada bolsa e como se inscrever para cada uma.

http://snip.ly/ck3pc

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1 mês atrás - Traduzir

Como estudar Eletricidade para o ENEM 2018?

#enem2018

As inscrições para o ENEM 2018 começam apenas no próximo mês, mas você deve estar se preparando desde já! Elas serão realizadas das 10 horas do dia 7 de maio até o final do dia 18 do mesmo mês.

A taxa tem o valor de R$ 82,00, mas o candidato pode checar se atende aos requisitos da isenção.

Fique atento! O período para solicitar a taxa de isenção vai até o dia 15 de abril.

As provas serão aplicadas em dois domingos: nos dias 4 e 11 de novembro. Além disso, o governo fez algumas outras mudanças, que você pode ver aqui!


O ENEM serve de porta de entrada para muitas universidades brasileiras. Com o aproveitamento, o candidato ainda pode participar de programas como o Prouni e o Fies.

A prova

As provas serão compostas por 4 áreas do conhecimento especificadas na matriz de referência, sendo:

1º Dia (04/11): duração de 05h30min

– Linguagens, Códigos e suas Tecnologias: Língua Portuguesa; Literatura; Língua Estrangeira – Inglês ou Espanhol; Artes; Educação Física; Tecnologias da Informação e Comunicação.

– Ciências Humanas e suas Tecnologias: História; Geografia; Filosofia; Sociologia.

– Redação

2º Dia (11/11): duração de 05h

– Ciências da Natureza e suas Tecnologias: Química; Física; Biologia.

– Matemática e suas tecnologias: Matemática.

De olho na Física

Uma das matérias que costuma cair com frequência na prova de física diz respeito a Eletricidade.

Estudando com o material e resolvendo exercícios de provas passadas, você fica muito bem preparado para sair vitorioso da maratona do ENEM.

Vamos resolver uma questão de eletricidade cobrada no caderno amarelo do ENEM 2010?

– A energia elétrica consumida nas residências é medida, em quilowatt-hora, por meio de um relógio medidor de consumo. Nesse relógio, da direita para a esquerda, tem-se o ponteiro da unidade, da dezena, da centena e do milhar. Se um ponteiro estiver entre dois números, considera-se o último número ultrapassado pelo ponteiro. Suponha que as medidas indicadas nos esquemas seguintes tenham sido feitas em uma cidade em que o preço do quilowatt-hora fosse de R$ 0,20.

O valor a ser pago pelo consumo de energia elétrica registrado seria de:
A)R$ 41,80.
B)R$ 42,00.
C)R$ 43,00.
D)R$ 43,80.
E)R$ 44,00.

Para resolver a questão, o primeiro passo é saber a leitura indicada de cada mês:

Mês anterior: 2.563 kwh;
Mês atual: 2.783 kwh.

Após, calculamos a diferença de energia gasta entre o mês passado e o mês atual.

2.783 – 2.563 = 220 kwh

Agora utilizamos a regra de três e calculamos o valor a ser pago

1 kwh — R$ 0,20
220 kwh — X

X = 0,20 x 220/1
X = 44,00

O resultado é a letra E, totalizando R$ 44,00.

O conteúdo programático dessa disciplina no ENEM é:

– Carga elétrica e corrente elétrica.
– Lei de Coulomb.
– Campo elétrico e potencial elétrico.
– Linhas de campo.
– Superfícies equipotenciais.
– Poder das pontas.
– Blindagem.
– Capacitores.
– Efeito Joule.
– Lei de Ohm.
– Resistência elétrica e resistividade.
– Relações entre grandezas elétricas: tensão, corrente, potência e energia.
– Circuitos elétricos simples.
– Correntes contínua e alternada.
– Medidores elétricos.
– Representação gráfica de circuitos.
– Símbolos convencionais.
– Potência e consumo de energia em dispositivos elétricos.

Fique por dentro e não perca nada na sua preparação.

Há mais de 10 anos no mercado, a Nova Concursos tem ajudado você que quer vencer a batalha e alcançar nota máxima no ENEM.

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Materiais de estudo - ENEM em 100 dias.

1ª parte:

- Matemática
- Geografia
- Física
- Biologia
- Filosofia e Sociologia


2ª parte:

- Redação
- Química
- Portugues
- História

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Materiais de estudo - ENEM em 100 dias - CENTRAL DO ALUNO

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10 Redações modelos ENEM 2017 sobre temas diversos (Professor Vinícius Oliveira)

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Total de brasileiros em graduações em Portugal cresce 31%

#mundoacademico

No ano letivo de 2016/2017 foram 4.901 ingressantes brasileiros para licenciaturas ou mestrados integrados

Quando pôs os pés em Portugal, Ludmilla Blaschikoff, de 26 anos, tropeçou na língua. Mas não demorou para que a jovem, de Manaus, se acostumasse ao chiado do sotaque lusitano. Quatro anos após cruzar o Atlântico, a estudante, uma das primeiras brasileiras a entrar em um curso superior no país com a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), comemora o fim da graduação em Biologia e já engatou um mestrado.

Ludmilla viu os corredores da Universidade de Coimbra, onde fez a licenciatura, se encherem de conterrâneos. “No início, os portugueses tinham mais curiosidade de conversar comigo porque não era comum ter brasileiros na universidade. No último ano, já não via muito esse interesse.”

A percepção da jovem pode ser traduzida em estatísticas. Em três anos, o total de brasileiros em graduações em Portugal cresceu 31%, segundo dados da Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, órgão do governo português. No ano letivo de 2016/2017, último dado disponível, foram 4.901 ingressantes brasileiros em instituições de ensino superior portuguesas para licenciaturas (como são chamadas os bacharelados) ou mestrados integrados (cursos de 5 anos, como os de Engenharia e Arquitetura).

A quantidade só não é maior do que a registrada no ano letivo de 2012/2013, quando o Brasil ainda não vivia crise econômica e exportava centenas de universitários ao país pelo Ciência sem Fronteiras, programa de intercâmbios do governo federal. Em 2013, Portugal foi excluído do programa, o que fez com que o número caísse (veja mais acima). Hoje, brasileiros são maioria entre os estrangeiros em Portugal – mais até do que os vizinhos espanhóis.

A facilidade de ingresso – com a nota do Enem – ajuda a explicar o fenômeno. Em 2014, um decreto português passou a regulamentar a entrada de estrangeiros para cursos completos de graduação no país. E, depois disso, o Brasil fez parcerias com universidades de Portugal para que o desempenho no exame seja usado como critério de seleção.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), 29 instituições portuguesas consideram a nota do Enem em pelo menos parte do processo seletivo – algumas também adotam entrevista ou testes específicos – e outras nove pleiteiam o acordo. Desde 2014, mais de 1,8 mil usaram o Enem para ingressaram no ensino superior português.

A tradicional Universidade de Coimbra é a portuguesa com mais brasileiros. Joaquim Ramos de Carvalho, vice-reitor para relações internacionais, diz que a presença de estrangeiros enriquece a vivência universitária. “É estratégico ter uma população estudantil internacional residente. (Quem estudou na) universidade nos últimos quatro anos teve oportunidade de encontrar estudantes de 126 países, 9% deles brasileiros.”

Oportunidade
Aluno do 3.º ano do Colégio Etapa, na zona sul de São Paulo, Lucca Pagnan, de 17 anos, quer estudar Engenharia no exterior e coloca Portugal no topo da lista de preferências. “Lá, consigo usar uma prova de fácil acesso, que é o Enem, para ter qualidade de vida e de ensino.” Antes mesmo de fazer o exame, ele estuda os sites das instituições e participa de feiras organizadas pelo colégio. “Quero entrar na Universidade do Porto”, conta.

O idioma, a menor duração dos cursos – alguns levam só três anos – e a porta de entrada para o mercado de trabalho na Europa também motivam brasileiros a migrar. E, apesar de haver cobrança de anuidades mesmo nas universidades públicas em Portugal, o curso pode sair mais em conta do que uma faculdade particular brasileira.

Um ano de Engenharia no Brasil, por exemplo, custa, em média, R$ 13,3 mil, segundo o Sindicato das Mantenedoras de Ensino Superior de São Paulo. Em faculdades de ponta, o valor sobe para R$ 30 mil. Já na Universidade do Porto (U. Porto), onde Lucca quer estudar, a anuidade é de 3 mil euros (R$ 12,7 mil). A U. Porto oferece 50% de desconto para brasileiros, mas há instituições que cobram até o triplo para quem não é da União Europeia. Ter cidadania de um país do bloco dá direito a valores mais baixos.

Elogios e “panelas”
Habituada às greves na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), a estudante Brenda Brito, de 25 anos, tinha pelo menos uma certeza quando começou a cursar Comunicação na Universidade do Algarve (UAlg), no sul de Portugal, em 2016: a de que o curso terminaria no tempo certo. Brenda voltou a fazer o Enem após desistir da graduação em Arquitetura na UFPB e, com a nota, conseguiu uma vaga na instituição portuguesa.

“Em estrutura, a universidade é muito boa. Tem restaurante universitário, cadeiras em dia.” Mas Brenda vê diferenças na metodologia das aulas – com menos debates – e dificuldade de integração entre brasileiros e portugueses. “Fazemos trabalhos de grupos com brasileiros. Os portugueses são fechados”, diz.

Fillipe Maya, de 19 anos, estudante do 1.º ano de Bioengenharia na Universidade do Porto, no norte do país, tem percepção parecida. Na turma de 80 alunos, é um dos cinco brasileiros e se relaciona mais com os conterrâneos e estrangeiros não portugueses.

Também sente o distanciamento na relação entre professores e alunos. No início do curso, estranhou a cobrança de cálculo, que não aprendeu no ensino médio. “Ofereceram curso de nivelamento nas primeiras semanas para conseguirmos acompanhar”, lembra.

Apesar dos desafios, o estudante, do Tocantins, elogia a universidade e destaca a segurança na cidade. Embora tivesse nota suficiente para cursar Engenharia de Petróleo na Universidade Federal Fluminense (UFF), ele escolheu a experiência internacional e não se arrepende. “Minha mãe até falou: ‘Mesmo mais longe, fico mais tranquila que você esteja em Portugal do que no Rio.”

Reitor da UAlg, o professor Paulo Águas destaca a oportunidade de contato multicultural na instituição. “Todos os anos, a UAlg organiza uma semana de acolhimento para os estudantes internacionais.”

Vice-reitora da Universidade do Porto para as Relações Externas e Cultura, Fátima Marinho define os estudantes brasileiros como empenhados e diz que a instituição “tenta integrá-los, fazendo-os sentir em casa.”

Critérios
A escolha de uma universidade no exterior deve ser precedida de muita pesquisa. É o que defende Andrea Tissenbaum, especialista em educação internacional e autora do Blog da Tissen, no site do jornal O Estado de S. Paulo. “(Os alunos) têm de entender quem está dando aula no lugar para onde querem ir e o que esse lugar traz de inovação.”

Para ela, Portugal tem áreas fortes como Direito, Engenharia, Arquitetura, Economia, Business, Literatura e Sociologia. E outras nem tanto, como Design, Publicidade e Propaganda e Marketing. “Não é por ser estrangeiro que é melhor do que o nosso. Temos excelentes graduações no Brasil.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo: http://snip.ly/na13m

Total de brasileiros em graduações em Portugal cresce 31% | CENTRAL DO ALUNO

Total de brasileiros em graduações em Portugal cresce 31% | CENTRAL DO ALUNO

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